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by hiroshi

O dia mais claro

January 12, 2010 in Quadrinhos by hiroshi

Brightest Day

Brightest Day

A DC divulgou esta semana um teaser de Brightest Day ( O Dia mais claro, citado no Juramento dos Lanternas Verdes), a próxima saga dos Lanternas Verdes.
A continuação de foco no Lanterna Verde não é coincidência, já que a adaptação do herói dos quadrinhos para o cinema começam em março.

Dan Didio, editor-chefe da DC declarou ao Source (blog da editora) que Brightest Day será uma série quinzenal em 26 edições. Números focando Flash, Titãs e Liga da Justiça já foram confirmados.

Essa saga começa em abril, com a edição 0 desenhada por Fernando Pasarin. O roteiro fica a cargo de Geoff Johns e Peter Tomati.

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Juramento do Lanterna Verde

October 21, 2008 in Quadrinhos by hiroshi

In brightest day
In blackest night
No evil shall escape my sight
Let those who worship evil’s might
Beware my power, Green Lantern’s Light

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by hiroshi

Lanterna Verde #1

October 7, 2008 in Quadrinhos by hiroshi



Chegou às bancas a revista do Lanterna Verde. Como fã incondicional do portador da maior arma do Universo não poderia deixar de fazer meu review sobre a nova revista da Panini.

Dimensão DC (AAAAAAAAAAAARGH!?!?) Lanterna Verde #1 traz a primeira parte da Saga Guerra dos Anéis (Sinestro Corps Wars, no original). A saga mostra o surgimento de um novo anel e de uma nova tropa, liderada por Sinestro, a tropa foi formada seguindo o seguinte critério, assim como o anel verde escolhe seus portadores baseados em sua força de vontade, o anel amarelo escolhe seu portador pela sua capacidade de instilar medo. Uma cena interessante, na preparação para a saga, é o anel amarelo chegar ao setor 2814 (Setor da Terra) e na busca por alguém com grande capacidade de causar medo, encontrar o Batman, mas o Batman, por sua grande força de vontade e pela sua exposição anterior a um anel verde consegue evitar o anel.

A primeira parte da revista, publicada originalmente em Sinestro Corps Special #1 recebe o título de O Segundo Renascimento, nela é mostrada o surgimento da Tropa Sinestro, e a captura de Kyle Rayner, o Íon, levado ao Universo de Antimatéria Qward.

Ion

“No dia mais sombrio,
Na noite mais brilhante
Sinta seus medos se tornaram uma luz cortante
Todo aquele que o correto tentar barrar
Ardéra em chamas
Quando o poder de Sinestro enfrentar”

Uma citação interessante nessa primeira parte se refere a Noite mais densa.
A Noite mais densa é uma profecia, e também a terceira parte da trilogia dos Lanternas Verdes (Renascimento e a Guerra dos Anéis são as outras duas sagas).

Segundo Sayd:

“Uma face de carne e metal falará dos segredos das 52. O medo aumentará. A força de vontade se acumulará. E uma guerra de luz libertará a verdade por trás da energia do anel”

No hotsite da Panini, páginas contando a profecia.
A idéia da profecia foi originalmente concebida por Alan Moore. A profecia, revelada a Abin Sur por um demônio, refere-se ao final dos Lanternas Verdes, Sodam Yat, um Lanterna Verde com uma grande missão com a tropa, caindo em combate, e Mogo como o último Lanterna Verde a cair.

Na segunda parte da revista, Hal Jordan enfrenta seu maior medo, a morte de seu pai, falecido durante um vôo exibição. Esse medo lhe é escancarado por Parallax, a encarnação do medo, agora hospedado em Kyle Rayner.
Kyle Parallax

A parte final da revista mostra a volta de Sinestro ao seu planeta natal e seu confronto com Soranik Natu, a atual lanterna verde de seu setor.

Bom, eu sou um grande fã (puxa-saco) do Lanterna Verde, gosto até das histórias ruins (também não precisamos exagerar), mas achei essa revista fantástica, começo de uma saga que vai ser muito boa.

Quem já leu a revista e quiser deixar um comentário sinta-se a vontade.

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Lanterna Verde: Arte conceitual do filme

September 6, 2008 in Cinema, Quadrinhos by hiroshi

O filme do Lanterna Verde já conta com artes conceituais, pelo artista Brian Murray. Essas artes foram usadas para convencer Hollywood a produzir o filme.
O roteiro do filme do lanterna é de Greg Berlanti, Marc Guggenheim e Michael J. Green.
A direção provavelmente estará a cargo de George Miller.

Confiram as artes conceituais do filme do Lanterna:



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Lanterna Verde com revista própria

August 9, 2008 in Quadrinhos by hiroshi


lanterna verde
O Lanterna Verde receberá revista própria a partir de Setembro aqui no Brasil. A nova revista se chamará “Dimensão DC: Lanterna Verde” e substituirá as revistas Melhores do Mundo e Universo DC.

A revista será composta dos arcos do Lanterna Verde e da Tropa dos Lanternas Verdes. A editora Panini está confiando no sucesso da fase que o Lanterna Verde está vivendo nos Estados Unidos e no bom trabalho do desenhista brasileiro Ivan Reis.

Acho fantástico que exista uma revista com o Lanterna Verde como carro-chefe… Para quem acompanha o blog há tempos é fácil saber porque… Meu personagem favorito e de muita gente, já devia ter uma revista própria há muito tempo. Além do que, mesmo na maré ruim que a DC vem atravessando, é um dos poucos personagens que vive uma boa fase nos EUA.

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Sociedade da Justiça da América

May 14, 2008 in CQQ, Quadrinhos by hiroshi

Sociedade da Justiça da América em All-Star Comics #3


A Sociedade da Justiça da América, ou SJA, é um grupo de super-heróis da DC Comics, o primeiro time de super-heróis das histórias em quadrinhos. Concebido pelo editor Sheldon Mayer e pelo escritor Gardner Fox, a Sociedade da Justiça da América apareceu pela primeira vez em All Star Comics #3 (1940).

Ao contrário dos times “all-stars” seguintes, a Sociedade da Justiça ficou limitada a herois ainda não apresentado em títulos próprios porque a editora queria expor seus personagens menos conhecidos. Então, Superman e Batman foram apenas membros honorários e Flash e Lanterna Verde saíram logo do time, terminando com cada personagem recebendo sua própria revista. Entretanto, uma mudança na política em 1944 permitiu-os voltar a equipe. Outros membros populares foram Espectro, Homem-Hora, Gavião Negro, Sr. Destino e Átomo.

O time era popular durante a década de 40, mas depois com a queda da popularidade dos super-heróis a série All Star Comics virou All-Star Western, em 1951, cessando as aventuras da equipe. Durante a Era de Prata, a DC reinventou vários membros populares da Sociedade da Justiça e uniu-os na Liga da Justiça da América. Porémm ao invés de considerar a Sociedade da Justiça substituída, DC revelou que a SJA existia na Terra-2 enquanto a Liga da Justiça, era da Terra-1. Isto permitiu encontros interdimensionais anuais entre os times, indo de 1963 a 1985,

Em 1985, DC reescreveu sua continuidade na maxi-série Crise nas Terras Infinitas. A série mesclou várias realidades da companhia numa única, posicionando a Sociedade da Justiça como os predecessores da Segunda Guerra Mundial para os personagens modernos da editora. Vários insucessos e tentativas controversas foram feitas, até uma nova série, entitulada JSA, foi lançada em 1999, continuando até Julho de 2006. Uma nova revista da Sociedade da Justiça da América foi lançada em Dezembro de 2006, para coincidir com a nova série da Liga da Justiça da América, também lançada em 2006.

Sociedade da Justiça na Era de Ouro dos Quadrinhos

A Sociedade da Justiça da América apareceu pela primeira vez em All-American Comics’ All Star Comics #3 (1940), durante a Era de Ouro dos Quadrinhos. A equipe incluia a princípio os personagens da National Comics Sr. Destino, Homem-Hora, Espectro e Sandman e os personagens da All-American Átomo, Flash, Lanterna Verde e Gavião Negro. Um regra interna, requeria que se um personagem recebesse seu próprio título ele deveria deixa a All Star Comics, tronando-se membro honorário da Sociedade da Justiça. Então, o Flash foi substituído por Johnny Trovoada após a edição #6; Lanterna Verde deixou a equipe pelo mesmo motivo. Isso também explica porque Superman e Batman nunca participaram da equipe, sendo sempre membros honorários. Gavião Negro é o único membro a aparecer em todas as aventuras da Sociedade da Justiça em sua primeira fase, um fato invocado seis anos depois na série da SJA enquanto o Gavião Negro temporariamente assumiu o comando da equipe. O Átomo esteve ausente em duas edições.

All Star Comics é também famosa por apresentar a primeira aparição da Mulher Maravilha, na #8 (Dezembro de 1941). Ao contrário de outros personagens que tinham seus próprios títulos, a Mulher-Maravilha foi permitido aparecer no livro, mas apenas como secretária da Sociedade da Justiça e não tomava parte ativamente da maior parte das aventuras durante muito tempo na série (um fato considerado chauvinista hoje em dia).

As primeiras aventuras da Sociedade da Justiça foram escritas por Gardner Fox e ilustradas por uma legião de artistas incluindo E. E. Hibbard, Jack Burnley, Jack Kirby e Joe Kubert. A primeira história da Sociedade da Justiça apresentando o primeiro encontro da equipe, uma sequência de cenas para cada membro contando uma história de um ponto de vista individual. Na edição seguinte, o time trabalhou junto em um caso comum, mas cada história de lá ainda mostrava membros individualmente em missões envolvendo parte do caso, e no final todos se uniam para terminar tudo.

Na All Star Comics #24, uma cisma no mundo real entre Detective Comics Inc. e All-American Publications ocorreu, fazendo com que os heróis da Detective Comics fossem removidos do título. Como resultado, Flash e Lanterna Verde retornaram ao livro. Oito meses depois, Detective Comics comprou All-American e as duas companhias se mergiram para formar a National Comics. Entretanto a formação da Sociedade da Justiça permaneceu a mesma até o fim da série.

All Star Comics e as Aventuras da Sociedade da Justiça na Era de Ouro terminaram na #57, o título tornando-se All-Star Western, sem super-heróis. Enquanto Superman, Batman e Mulher-Maravilha continuaram suas aventuras próprias, a maioria dos personagens permaneceu dormente por vários anos durante a decadência dos quadrinhos de super-heróis na primeira metade da década de 50.

Carnaval dos Quadrinhos das Quartas
Este post faz parte da edição #16 do Carnaval dos Quadrinhos das Quartas, que trata sobre Super-grupos e é uma reedição do post já publicado no Carnaval dos Quadrinhos das Quartas #8, sobre quadrinhos antigos.

Confira em breve outros posts participantes:

Quadrideko que falou sobre os Outsiders – Os Renegados

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    Quadrinhos: Top 5 Desenhistas

    March 30, 2008 in Mangá, Quadrinhos by hiroshi


    Quadrinhos são a Nona Arte. Cheios de referências, estilo narrativo próprio, características marcantes que tornam as historias em quadrinhos tão marcantes, populares e significativas. Sendo assim, passados mais de 100 anos de existência da arte sequêncial, eis uma lista daqueles que mais contribuiram, revolucionaram e costruiram o mundo dos Quadrinhos como conhecemos hoje.
    Este post, inspirou-se neste, Os dez quadrinhistas mais importantes da história da nona arte, no Cibertron, e assim como este, não pretendemos fazer uma lista definitiva, apenas listar os maiores e mais importantes mágicos dos Quadrinhos, em minha humilde opinião. Ao contrário do Cibertron, neste post eu vou levar em consideração apenas a arte, sem considerar o roteiro, que pretendo tratar em um post específico sobre ele.

    Jack Kirby

    Jack Kirby, também conhecido como “o Rei”, é simplesmente o maior e mais criativo dos Quadrinhos.
    Esse trecho, tradução de matéria da The New York Times, descreve bem seu estilo de arte: “Mesmo parado, um personagem kirbyano pulsava com tensão e energia de um jeito que faz parecerem estáticas as versões para o cinema dos mesmos personagens, em comparação”.

    A inventividade de Kirby trouxe à vida centenas de raças, histórias, mundo, equipamentos nunca antes imaginados. Este estilo cheio de riqueza de detalhes e ação, foram marcantes para torná-lo a peça mais importante da grande máquina dos quadrinhos americanos no século passado.

    Will Eisner
    Will Eisner foi um gênio. Seu trabalho inspirou milhares de artistas dos Quadrinhos. Seu personagem, The Spirit, é um dos mais cultuados dos Quadrinhos. Suas obras como Contrato com Deus e O Sonhador, são exemplos a serem seguidos. Por seus estúdios passaram artistas que se mostrariam fantásticos posteriormente como Jack Kirby e Lou Fine. Pensativo, maduro e articulado, suas obras são inspiração para as próximas gerações.

    Neal Adams

    Neal Adams
    é um artista de quadrinhos, mais conhecido por seu estilo naturalista de ilustrar. Ajudou a definir a imagem moderna de alguns dos mais importantes personagens da DC, como Arqueiro Verde e Batman, trazendo a fase política das histórias do Arqueiro e do Lanterna Verde, além da volta da escuridão característica das histórias do Batman. Foi também uma voz ativa na política da indústria dos Quadrinhos influindo em campanhas a favor do reconhecimento dos direitos de autor de Jerry Siegel e Joe Shuster sob Superman.

    Carl Barks

    Carl Barks, o homem dos Patos da Disney. Criador de personagens que viraram ícones da cultura popular, além de histórias em quadrinhos ricas em referências históricas e geográficas. Narrativas visuais ousadas e um humor na medida certa, tornam esse artista um dos maiores, não só dos quadrinhos infantis, como das HQs em geral.

    Osamu Tezuka

    Osamu Tezuka reverenciado como o “Deus do Mangá”, realmente é a fonte de inspiração desse estilo de quadrinhos. Seu estilo marcou época, sendo até hoje, definidor do que é um mangá, traços estilizados, personagens com grandes olhos. Suas cenas, com ângulos cinematográficos, dão a impressão de estarmos vendo um filme. Com uma vasta galeria de personagens que vai de Astro Boy a Princesa e o Cavaleiro, Tezuka é o grande mestre dos quadrinhos japoneses, inspirando todos aqueles que vieram depois dele.

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    Lanterna Verde Alan Scott

    March 25, 2008 in Quadrinhos by hiroshi


    Lanterna Verde - Alan Scott

    Alan Scott é um super-herói do Universo DC, o primeiro a adotar o nome de Lanterna Verde.
    Bom, como já sabem, ou já repararam eu sou fã dos Lanternas Verdes e de toda sua mitologia, já escrevi aqui ou em outros cantos sobre a arma mais poderosa do Universo, sobre a saga Lanterna Verde: Renascimento, sobre toda a classe dos Lanternas Verdes, e agora resolvi falar sobre cada Lanterna Verde conhecido, um de cada vez, e ir avançando cada vez mais sobre o mito dos Lanternas.

    Guardião do Universo

    Os Guardiões do Universo são seres que zelam por toda a ordem de toda a existência conhecida, para tal, após algumas tentativas falhas, constituem a Tropa dos Lanternas Verdes , composta atualmente de 2 membros de cada setor. Porém, o anel do Lanterna Alan Scott não tem nenhum ligação aparente com a Tropa ou com os Guardiões do Universo, inclusive o anel de Scott possui uma fraqueza a madeira, que não existe em nenhum outro anel dos Lanternas. Qual a explicação?

    Alan Scott era um engenheiro e escapou com vida de um terrível acidente ferroviário onde todos morreram, causado por uma sabotagem. Neste trem existia uma antiga lanterna que emtia uma luz verde. Desta lanterna, uma entidade começara a falar, explicando a missão de Alan como Lanterna Verde. Alan então confeccionou um anel, usando a peça como matéria-prima, recebendo assim poderes mágicos, necessitando apenas ser recarregada a cada 24 horas.

    Com a ajuda do anel, conseguir levar à Justiça todos os responsáveis pela sabotagem. Depois disso, começou a se dedicar ao combate ao crime, chegando a lutar ao lado de outros super-heróis como membro da Sociedade da Justiça da América.

    Lanterna Verde Alan Scott em All-Star Comics #16

    Anos depois, descobriria se que a lanterna era feita do lendário Coração Estelar. O Coração Estelar é a aglomeração de toda magia aleatória existente no Universo, possuindo consciência e mente próprias. Essa aglomeração dividida em diversos fragmentos, teve um desses fragmentos caídos na Terra. Na China, caindo nas mãos do alienígena Yalan Gur, este, um dos mais valorosos Lanternas Verdes, recebeu a honra de ter sua fraqueza pelo amarelo retirada do anel. Porém, o orgulho falou mais alto e este valoroso herói se rebelou contra os Guardiões do Universo. Assim, os Guardiões colocaram no anel uma fraqueza contra madeira, culminando na morte do alienígena as pauladas, pelos chineses.
    Em decorrência de sua morte, um escultor chinês esculpiu uma lanterna, misturada entre seus restos corporais e o minério do Coração Estelar. O Coração Estelar então profetizou que brilharia sua luz três vezes, uma traria morte, outra vida, a última, poder.
    Os aldeões notaram uma estranha luz verde vinda da lanterna, e pensando se tratar de bruxaria, foram matar o coitado do escultor, eis que um clarão matou todos esses . A lanterna então, foi passando por vários donos, parando num lixo no Asilo Arkham sendo remodelada em forma de archote ferroviário por um dos detentos do Asilo, que teve sua lúcidez (“vida“) de volta. E por fim, a Lanterna foi encontrada por Alan Scott, lhe trazendo poder.

    Esta história foi contada após a Crise nas Infinitas Terras, de modo a conciliar, a origem mágica dos poderes de Alan Scott, com a original usual dos poderes dos Lanternas Verdes da Tropa.

    Após a Crise nas Infinitas Terras também, os membros da Sociedade da Justiça ficaram presos em um limbo, onde confrontavam um Raganarok infinito, após vários anos combatendo, eles saem dessa realidade e voltam para a Terra.

    Após voltar a Terra, continua a lutar pelo crime junto à Sociedade da Justiça da América, e por algum tempo como Rei Branco da organização Xeque-Mate.

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    10 posts que você deveria ler essa semana #6

    March 16, 2008 in 10 posts que você deveria ler essa semana, Blogosfera by hiroshi

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    Lanterna Verde

    February 27, 2008 in CQQ, Quadrinhos by hiroshi



    Lanterna Verde

    Lanterna Verde é o nome de diversos personagens fictícios das histórias da DC Comics. O primeiro, Alan Scott, foi criado por Bill Finger e Martin Nodell na revista All-American Comics #16. O mais conhecido, Hal Jordan, foi criado por John Broome e Gil Kane em Showcase #22.

    Cada Lanterna Verde possui um anel energético que dá ao usuário grande controle sobre o mundo físico, controle este que depende unicamente da força de vontade do usuário.

    Enquanto o anel do Lanterna Verde da Era de Ouro, Alan Scott, tinha poderes de origem mágica, os anéis utilizados pelos lanternas verdes posteriores são criações tecnológicas dos Guardiões do Universo, que entregam os anéis a seus escolhidos. Estes indivíduos formam a polícia intergalática conhecida como Tropa dos Lanternas Verdes.

    Depois da Segunda Guerra Mundial, quando as vendas dos quadrinhos de super-heróis declinaram, DC cessou a publicação de novas aventuras do Lanterna Verde Alan Scott. No início da Era de Prata dos Quadrinhos, o editor da Dc Julius Schwartz pediu ao escritor broome e ao artista Kane reviverem o personagem Lanterna Verde, desta vez, um piloto de testes, Hal Jordan, que viria a ser um dos fundadores da Liga da Justiça da América. No início dos anos 70, o escritor Denny O’Neil e o artista Neal Adams uniram o Lanterna verde com o Arqueiro Verde em histórias mais preocupadas com problemas sociais. Várias séries com temas cósmicos seguiram, ocasionalmente com diferentes indivíduos no cargo de Lanterna Verde da Terra. Os mais famosos destes são John Stewart, Guy Gardner e Kyle Rayner.

    Cada Lanterna Verde da Terra foi membro da Sociedade da Justiça ou da Liga da Justiça. Os Lanternas Verdes foram diversas vezes representados como amigos íntimos dos vários Flashs, mais notadamente as amizades entre Alan Scott e Jay Garrick (Lanterna Verde e Flash da Era de Ouro), Hal Jordan e Barry Allen (Lanterna Verde e Flash da Era de Prata) e Kyle Rayner e Wally West ( Lanterna Verde e Flash da Era Moderna), assim como a amizade entre Jordan e West.

    Lanternas Verdes da Terra

    História

    No centro do Universo DC, existe um planeta chamado Oa, lar dos Guardiões do Universo. Estes seres, poderosos e imortais de pele azul foram a primeira raça a aparecer, sendo uma de suas primeiras ações guardar a maior parte da magia do Universo em algo chamado Coração Estelar, que obteve consciência própria e fugiu. Ao fazê-lo um pedaço de si mesmo se separou, vagando pelo espaço por milênios até que colidiu com a Terra centenas de anos atrás. Depois de ser possuído por várias pessoas ao longo dos anos, acabou na forma de uma lanterna nas mãos de Alan Scott, depois de um acidente de trem.

    Os guardiões entendiam que o Universo é um lugar onde reina o caos e, então decidem dar-lhe controle, criando um grupo de andróides chamados Caçadores. Depois de muito tempo servindo os guardiões, estes se rebelam e são substítuidos por seres de diversas galáxias; surge assim, a Tropa dos Lanternas Verdes.

    Alan Scott


    Alan Scott:
    Este personagem viajava num trem que se acidentou, todos morrerão exceto ele, devido à lanterna que encontrou. Ao entender que era um artefato mágico, Alan criou um anel e fez um uniforme com capa, ficando conhecido como o primeiro Lanterna Verde da Terra, cujas aventuras ocorreram entre as décadas de 40 e 50. Alan, durante esse tempo, nunca teve conhecimento dos Guardiões nem do Grupo de Lanternas Verdes que criaram para proteger o Universo.
    Hal Jordan


    Hal Jordan:
    O segundo Lanterna Verde da Terra, um homem nascido sem medo e que ganhava a vida como pilotod e provas. Sua vida mudou quando foi guiado até uma nave espacial, onde estava o corpo moribundo de um alienígena, que buscava seu sucessor. Hal foi o mais importante de todos os Lanternas Verdes. Caiu em desgraça quando o alienígena Mongul destruiu sua cidade natal, Coast City. Em sua loucura, Hal Jordan se apoderou dos diferentes anéis dos Lanternas Verdes, adquirindo um poder enorme e adotando o nome de Parallax. Na saga Zero horam Parallax é derrotado por um grupo de heróis da Terra. Algum tempo depois ele é ressuscitado como Espectro. Depois de dez anos, Hal Jordan deixa de ser o Espectro e volta a ser o Lanterna Verde na série Lanterna Verde: Renascimento.

    Guy Gardner: QUando o alien Abin Sur caiu na Terra encontrou dois possíveis candidatos para sucedê-lo como Lanterna Verde: Hal Jordan e Guy Gardner. Escolheu Hal unicamente porque era o que estava mais perto do agonizante herói. Com o tempo, os Guardiões informaram Hal dessa história e este quis dar a Guy a oportunidade de ser seu substituto no caso em que este tivesse que se distanciar da Terra. Lamentavelmente, quando Guy ia recarregar o anel que Hal lhe deu, a bateria explodiu deixando-lhe em coma por anos. Foi durante Crise nas Infinitas terras que os guardiões lhe devolveram o anel e a saúde. Porém, sua personalidade havia mudado muito.

    John Stewart:
    Durante o tempo em que Guy Gardner esteve em coma, Hal Jordan buscou um novo substituto e encontrou o jovem arquiteto John Stewart. No começo, este não quis ser um Lanterna verde e atuava esporadicamente até que Hal renunciou ao anel de Lanterna. Por alguns meses foi, junto com Gardner, o Lanterna Verde da Terra até que Hal Jordan se uniu a eles criando um grupo de Lanternas Verdes radicados lá. Foi então que conheceu Katma Tui, uma Lanterna Verde de outra galáxia por quem se apaixonou. A arrogância lhe cobrou caro ao transformar-se no responsável pela destruição de um planeta que estava sob sua proteção. Depois disso, sua esposa morreu algum tempo depois cumprindo seus devers como Lanterna. Com o tempo, John deixou de ser Lanterna Verde, para dedicar-se a sua profissão de arquiteto, regressando a vida super-heróica como chefe de um novo grupo de polícia espacial.

    Kyle Rayner

    Kyle Rayner: O último terrestre designado como Lanterna Verde é também o único que substituiu Hal Jordan durante os anos que este virou Parallax. Recebeu seu anel de forma fortuita do último dos Guardiões do Universo e foi aprendendo pouco a pouco como ser um herói de verdade. Kyle teve vários reveses na sua intenção de ser Lanterna Verde. O primeiro foi a morte de sua noiva, assassina pelo Major Força. Quando Kyle voltou a sua casa encontrou o vilão junto ao cadáver; infelizmente a carga de seu anel havia acabado, mas Major Força tinh uma peça de metal verde que Kyle havia deixado quando Ganthet lhe entregou o anel. Quando o metal entrou em contato com o anel se criou uma voa bateria de poder com a qual se recarregou permitindo-lhe vencer Força.

    O anel:

    Um anel energético é uma arma no Universo DC, mais notavelmente usada pela Tropa dos Lanternas Verdes. Esses anéis são considerados uma das maiores armas do Universo, sendo seus efeitos limitados apenas pela imaginação do usuário.

    O anel energético permite ao usuário voar e cobrir ele mesmo e outros com um protetor, escudo de força, que permite viagens espaciais, embaixo d’água ou em outro meio. O anel também gera o uniforme do Lanterna Verde, o uniforme não é fabricado. Ele é criado pelo Anel Energético sempre que o portador do anel desejar usá-lo. Ele automaticamente aparece sobre a roupa normal, e desaparece quando o Lanterna deseja retornar a suas roupas civis.

    O efeito mais destacável do anel energético é a capacidade de gerar construtos de luz-sólida, cuja natureza física precisa nunca foi especificada. O tamanho, complexidade e força desses construtos de luz-sólida é limitada somente pela força de vontade do portador do anel. Então plataformas, armas, paredes, veículos, ferramentas, luvas de boxe, tudo pode ser criado com o poder do anel. O estilo do construto varia com o carater e mentalidade do Lanterna Verde que o criou. Hal Jordan tende a ser preciso, direto. Os construtos de John Stewart tendem a ser detalhadamente bem construídos, como um arquiteto. Kyle Rayner, um artista, usa o anel como escape para sua imaginação. Guy Gardner faz criações simples, mas sempre sobrecarregadas com o excesso de energia que sua força de vontade causa.

    Anel energético do Lanterna Verde

    Anéis energéticos sempre são capazes de gerar radiação eletromagnética de várias frequências. Esta radiação pode ser focado pelo Lanterna em um raio, similar em efeito e aparência a um laser massivamente poderoso. O anel pode também rastreia por assinaturas energéticas ou objetos particulares e também serve como um tradutor universal. Menos frequentemente é usado para explodir núcleos atomicos e manipular partículas subatômicas. Um anel do poder é também capaz de criar uma nova duplicata, totalmente funcional. Cada uma dessas duplicadas compartilha as qualidades e capacidades do anel original; entretanto, cada duplicata ainda requer recarga por uma bateria.

    Anéis energéticos geralmente devem estar sendo usados para serem efetivos. Entretanto, ocasionalmente é mostrada a possibilidade de usar o anel sem tocá-lo, ou enquanto alguém está usando-o, ou ordená-lo para cumprir ordens automaticamente depois de ser removido. Anéis energéticos também demonstram ser computadores extremamente avançados, capazes de falar e advertir o portador sobre vários caminhos a seguir; o anel de um Lanterna Verde morto irá automaticamente procurar um novo portador para substituir tal Lanterna.

    Fonte:
    Wikipédia em inglês
    Wikipédia em Espanhol
    Blog do Hiroshi

    Carnaval dos Quadrinhos das Quartas

    Este post faz parte da edição #10, comemorativa, do Carnaval dos Quadrinhos das Quartas, hospedada no Blog do Hiroshi.

    Confira lá os outros posts participantes.

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