Universo DC: Sociedade da Justiça da América
Universo DC #8 é uma revista que eu comprei por um único motivo: Sociedade da Justiça da América. Desde que Universo DC começou era um amontoado de grupos de heróis novos, um refugo da Crise Infinita, toda uma série de personagens e grupos que ganharam algum destaque durante a Crise, ganharam revista própria e precisavam de um lugar pra ser publicado. Aí alguém na Panini pegou e falou junta essa porcaria toda numa revista só e assim surgiu a Universo DC como conhecíamos.
Bom, eu exagerei um pouco, pelo que eu pude perceber tem algumas histórias mais ou menos e eu curti bastante o tal do Xeque-Mate. Gostei mesmo. E agora, junto com a Sociedade da Justiça, a revista até que não é de se jogar fora.

O que acontece em Universo DC #8:

Xeque-Mate: Peão 502

Bom, eu até conhecia alguma coisa de Xeque-Mate, nunca tinha lido uma história do grupo. Mas sabia que era tipo um serviço secreto. Uma das coisas que eu mais curti, muito simples, mas eu achei interessante, é a ordem dentro da organização, funciona como um tabuleiro de xadrez, peças brancas e negras, 2 reis, 2 rainhas, 4 cavalos, 4 bispos. Tem também os peões, e alguma função secreta reservada a torres, que não apareceram ainda, mas existem.
Nessa história de Xeque-Mate, eles colocam um peão numa organização terrorista, mas o Departamento de Assuntos Meta-humanos se mete na história e acaba ferrando com os planos.
A história é legalzona e o o Xeque-Mate tem uns personagens bem interessantes. O Rei Branco é o Michael Holt, o Sr. Incrível.
Enfim, gostei e me arrependi de não ter me interessado antes em ler.

OMAC: Olá! Já estou de saída.
OMAC é uma minissérie, que por enquanto, não compromete nem é espetacular… Mike Costner descobre que é o plano B do Irmão-Olho, a última cartada.

Agora vamos ao que interessa, ao motivo que me fez comprar a revista e escrever este post:
Sim, a equipe de Super-heróis mais antiga do Universo: Sociedade da Justiça da América.

Sociedade da Justiça: A Nova Geração: Capítulo 1
Nessa revista, metade está reservada a nova Sociedade da Justiça.
A história se divide em duas, que se cruzam. Uma parte é o Mr. América ver sua família ser assassinada. A outra, é Pantera, Lanterna Verde Alan Scott e Jay Garrick buscando formar uma nova equipe da Sociedade da Justiça. A história tem alguma familiaridade com a recente nova formação da Liga da Justiça, onde Superman, Batman e Mulher-Maravilha começam a decidir quem faria parte do novo grupo. Nessa história da SJA, Pantera, Lanterna e Flash começam a definir o grupo.
A nova Sociedade tem um grupo bem variado, e uns personagens bem bacanas, o que eu mais gostei foi o Starman doidão. Eu sempre curti pra caramba os Starman, desde que conheço os personagens e essa nova versão é bem divertida…

Bom, é isso aí. Universo DC é mais uma série que eu sou praticamente obrigado a comprar agora… Hehe…

Pixel Magazine #10 significa várias coisas para esse blogueiro. Além de uma revista interessante, é minha volta a postagem de reviews.
Certa vez, um blogueiro camarada meu, disse que uma das principais qualidades do meu blog eram os reviews. Eis que eu, que já tinha um blog com poucas qualidades, fiquei um bom tempo sem postar os tais reviews.
E eu concordo mesmo com o tal do cara. Os reviews eram minha receita do sucesso. Mesmo que eu não saiba tudo de quadrinhos, os rabiscos que eu dava eram interessantes para alguém. E eu parei, por vários motivos. Estive trabalhando muito, e acabou que não consegui manter o padrão de dois blogs, então acabei prejudicando o específico de quadrinhos.
Comecei a me comprometer com outras coisas, inclusive escrever reviews em um site sobre quadrinhos. Acontece que lá, eu não tenho a mesma liberdade que eu tenho aqui. Existe, mesmo que com muita autonomia, uma espécie de pontos que eu tenho que analisar, roteiro, desenhos, atribuir notas. E no final, eu acho um tanto quanto massivo e pouco estimulante, e acabo escrevendo somente em momentos de muita inspiração. Já no blog, eu tenho total liberdade e acabo escrevendo do modo que me der na telha, falando o que der vontade, sobre o que der vontade. E acho que esse meu modo de escrever deve agradar de alguma forma esse meu camarada e alguns outros leitores.
Sendo assim, estou retomando os reviews, mas dessa vez, preferi postar no meu outro blog, totalmente voltado para Quadrinhos. o Blog de Quadrinhos. Caso se interessem, eis o link para o Eu li da Pixel Magazine #10

Eu comprei e li Crise Infinita Especial de Natal
Essa revista é daquelas que a gente compra sem muitas pretensões, sabendo que vai ser enganado mesmo. Não exatamente enganado, vai. Mas sabendo que as histórias não vão dizer nada, e nem podem. Vão ser histórias simples, com Papai Noel, renas, neve e os heróis mais importantes e outros nem tanto assim. Bom, é isso que a gente vê nessa revista. E vendo por esse lado, ela cumpre aquilo que se dispõe a fazer.

Quem quiser conferir a minha resenha da revista, dá uma passada no Blog de Quadrinhos e vê lá em Eu li: Crise Infinita Especial de Natal

Eu comprei a edição encadernada de Lanterna Verde: Renascimento. Eu sou um leitor que, como eu ainda era moleque na época que surgiram as revistas Premium da Abril, não tinha poder aquisitivo para sustentar o vício dos quadrinhos, então, não aguentei por muito tempo e parei de ler. Voltei recentemente a ler quadrinhos, então não acompanhei várias sagas recentes. Lanterna Verde: Renascimento é uma delas. O que eu li, gostei. Gostei do formato como foi apresentado o encadernado. Achei bacana a história, ainda mais agora que terminou Sinestro Corps Wars nos EUA e já foi anunciado o The Blackest Night, para fechar a trilogia. Quem quiser ler o review, é só dar uma passada no meu novo blog de quadrinhos.

Como eu já disse por aqui antes, o FarraZine, é uma publicação independente online bem interessante.

A graça já começa no Editorial.
A Coluna do Eudes, conta uma história, homenagem a Nelson Sargento.
Uma seção bem interessante, no maior estilo Caras, é a Festa de Lançamento do FarraZine, a Festa de Luxo, no Farra Pallace Hotel & Towers, contou com as presenças ilustres dos multimilionários Bruce Wayne, Lex Luthor, Tony Stark, presenças como Alan Moore, Logan, Superman, Mulher-Maravilha, Angelina Jolie, até o Papa Bento XVI participou da festa.

HQ de Garagem: O Menino Rato… Um menino que inspirado na Fábula de La Fountaine resolve seus problemas com um valentão no colégio.

Cinema Fanfarrão: Histórico do Cinema brazuca.

Séries: A greve dos roteiristas.

Music Don’t Stop: Rock Nacional Posição ou Comércio? que toca na questão do Rock brasileiro atual como produto da mídia, sem essência. Além disso, Renato Russo.

Túnel do Tempo: História das Histórias em Quadrinhos

X-Pivetes: Seção bem-humorada que fala sobre os superpoderes que as crianças aparentam ter.

Papo de Gibi: Y - The Last Man. Análise da HQ mais popular do momento, que conta a história de um mundo onde todo o gênero masculino é morto por uma praga, sobrevivendo um único homem. A história trata das consequências de ser o único homem num mundo repleto de mulheres.

Envergadura Moral: Sexo com a Mulher-Hulk (Que isso????)

Fanfics, Informe Publicitário, Jerusalem Jones, Família Scadabascchio

Antropologia: Aprenda mais sobre os Nerds.

Desafio F.A.R.R.A: Porque o Superman usa cueca por cima da calça?

Jogando Conversa Fora: Universos paralelos e muita teoria e divagação

Contos : DJINN, o gênio da pedra mágica e os 3 desejos.

Resumindo, um Zine bacana… Vale a pena baixar… Trata sobre tudo um pouco… Quadrinhos, Música, Cinema, Séries de Tv… Gostei da 2ª Edição. Vamos ver como será a 3ª…

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Connor Hawke, jovem filho do Arqueiro Verde, estréia sua minissérie.

Connor Hawke foi convidado para um torneio com os melhores arqueiros do mundo, que será realizada na China. Connor é um jovem que procura provar seus valores a si mesmo, e por isso aceita o desafio.

Sangue de Dragão: Parte Um
Roteiro: Chuck Dixon
Arte: Derec Donovan
Cores: Guy Major
Editor: Michael Wright

Nesta primeira história é feita uma introdução do que está por vir. Connor acorda de um sonho com seu pai, Olliver Queen, onde o pai diz a ele que no máximo ele é o segundo melhor arqueiro. Esse é um grande conflito interno dentro de Connor, estar sempre abaixo de seu pai. No monastério onde está recluso, ele e Eddie recebem a visita de Edison Hoon, representando as Indústrias Zhao. Zhao é o homem mais rico de Xangai e está preparando um grande desafio de arqueiros, tudo em homenagem a uma antiga lenda chinesa, em que os homens se uniram contra um dragão. Um guerreiro fortíssimo, empunhava uma espada que precisaria de dois homens para erguê-la, e com todas as suas forças acertou um golpe que apenas cortou uma escama na barriga da fera. Esse golpe deixou o dragão furioso, esmagando-o. Um jovem arqueiro, aguardou o momento e acertou uma flecha,feita da mais pura magia branca, na ferida do Dragão. O Dragão caiu morto, de sua queda nasceram os continentos conhecidos e surgiram as ondas no Oceano.
Em seguida, eles vão rumo a China.
Vão sendo apresentados outros importantes competidores e sendo feitas suas caracterizações. Libby Lindstrom. Macaco do Bambu. Tony Crowfoot. Shado.
Essa primeira história serve só como introdução, apresentar os personagens e o pano de fundo da história.

Nota: 7

Sangue de Dragão: Parte 2
Roteiro: Chuck Dixon
Arte: Derec Donovan
Cores: Guy Major
Editor: Michael Wright

Na segunda história começa a apresentação e as primeiras competições do torneio.
Connor vê Shado, que foi parceira de seu pai na época em que virou um assassino e matou várias pessoas. Shado revela que Connor corre perigo, e então são atacados. Shado leva uma flechada e vai parar no hospital.

Nessa história começa a aparecer a ação. E tem várias cenas interessantes, Libby tentando se aproximar de Connor, e este, um cara que passou a vida inteira num monastério, não percebendo essas coisas. O velinho Honduro Kishu derrotando o segurança de Peng Li, bem ao estilo Sr. Myagi… Bacana…

Nota: 8


Sangue de Dragão: Parte 3

Roteiro: Chuck Dixon
Arte: Derec Donovan
Cores: Guy Major
Editor: Michael Wright

E a ação vai acelerando…
Durante uma sessão de treinos, Honduro Kishu diz a Conner que há uma força maligna nessa competição. Depois de jantar com Libby, Conner retorna ao seu quarto e encontra Shado esperando-o. Ela diz a ele que existem pessoas querendo atrapalhar a competição. Subitamente, aparece Libby, morta por um arqueiro. Conner reconhece a flecha, de Crowfoot. Entretando, Crowfoot afirma que algumas de suas flechas foram roubadas. Connnor deduz que deve ser o Macaco do Bambu, o responsável, que diz que não é ele, e afirma saber quem é o responsável. Segundos antes de poder dizer qualquer palavra, ele é atacado por várias flechas. Conner e Crowfoot estão sendo atacados, e então chega Shado para salválo, porém, em seguida, centenas de arqueiros os cercam.

Depois de uma primeira história bem lenta, essa mini-série vem se mostrando maravilhosa. Entremeada pelo humor de Eddie Fryers, o mistério de Shado e Kishu, e muita ação. Dixon, vai direto ao ponto. Fantástico. Vamos ver como termina a história.

Nota: 9

Os Desafios de Shazam provam cada vez mais ser uma série que gera opiniões extremamente contrastantes em seus leitores. Alguns consideram uma blasfêmia modificar as grandes características das histórias do Capitão Marvel. Para outros esses mesmos motivos tornam as histórias interessantes, afinal o mundo mudou desde que o personagem foi criado até os dias de hoje, e o personagem precisa acompanhar essas mudanças. Bom, para mim, nem um lado nem o outro. Eu acho legal o novo rumo que o personagem está tomando. E essa de transformar o Marvel em Novo Guardião da Pedra da Eternidade e esses papos místicos todos é uma sacada boa. O Marvel sempre foi uma espécie de Segundo Superman da DC, a única diferença é que a origem de seus poderes é mágica, ao contrário do Super que tem seus poderes por sua origem alienigena. Sendo assim, nada mais interessante do que deixar o Marvel se preocupando apenas com as ameaças arcanas que assolam o Mundo. Nada de impedir assaltos e salvar crianças em prédios em chamas. Deixa isso com o Super.

The Trials of Shazam #3: Corpo Fechado

Roteiro: Judd Winick
Arte: Howard Porter
Editor Original: Mike Carlin

Vamos a história. Freddy e seu guia Zareb têm que se virar pra derrotar o bichão verde que mandaram pra acabar a história logo no começo. Eles se ferram um pouco, mas então o Freddy resolve o problema de dentro pra fora, usando um bastão gravitox dentro das entranhas do bichano. Com o bichano virando um monte de muco espalhado pela sala. Após resolver esse pequeno desafio, Freddy ao evocar a palavra Shazam já passa a andar sem ajudas de muletas.
É mostrada uma reunião do Conselho de Merlin. Eles são o grupo de praticantes de magia negra responsáveis pelo Verme Retalhador Audiom, o bicho verde que atacou Freddy e Zareb. Esse grupo, através de Sabina, herdará os poderes de Shazam caso Freddy falhe em seus desafios.
Freddy e Zareb vão até Rachel Zallman, uma tatuadora mística, que irá tatuar uma proteção mágica em Freddy. Essa tatuagem é feita na alma e pouquíssimos resistiriam. Zallman começa a perguntar sobre porque Freddy se tornou o Capitão Marvel Jr. e porque devota tanta gratidão ao Capitão Marvel, sendo que ele foi de certa forma responsável pela morte de seu avô e por ter ficado aleijado. A princípio, Freddy tenta mostrar heroísmo, depois acaba admitindo que grande parte de seu heroísmo se deve ao fato de quando é herói deixa de ser o aleijado e volta a ter o vigor dos tempos de jogador de futebol, mas também porque o mundo precisa de um campeão.
Após a tatuagem feita, Freddy descobre que Zallman é a versão moderna de Salomão, e ele passou em seu desafio, por ter resistido a tatuagem e dito a verdade, sendo então abençoado com a Sabedoria.

Nota Geral: 9. Essa história ficou focada basicamente no Primeiro Desafio e foi feita uma primeira introdução ao Conselho de Merlin, os vilões dessa história. O conceito da história, com o personagem evoluindo e adquirindo os poderes aos poucos lembra RPGs e videogames. Diferente dos outros tempos, quando Shazam simplesmente escolhia quem era apto ao poder. Os tempos são outros…

Deixe seu comentário sobre o que você achou sobre a resenha.

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Eu venho acompanhando a série 52 Semanas desde a 1ª edição brasileira. É uma série bacana, que eu tenho curtido bastante. Então, eu vou começar a postar o Review da Série começando da #5… Se um dia me der na telha eu posto as anteriores.

“O Último Czarniano”

A história começa com um clipe promocional da nova equipe de Lex Luthor, que consiste de Erik Storm com garras que podem cortar qualquer coisa, Elza Harmon, supervelocista, Hannibal Bates, que pode transformar-se em qualquer coisa, Gerome McKenna, com super-força, Jacob Cobly, que pode voar realmente rápido, e Natasha Irons, com poderes baseados na luz.
Em seguida é mostrado Lex vendo o clipe junto com o grupo. Ele não está impressionado com o vídeo e decide que eles precisam de um nome de Equipe. Os membros dizem a Luthor que eles também precisam de codenomes. Eliza usa uma droga chamada “Sharp”. É a única coisa que pode deixá-la mais lenta. Seus poderes de velocidade são difíceis de controlar e tudo é constantemente rápido e nada pára. Eliza encara Luthor demonstrando que é difícil controlar seus poderes. Luthor simplesmente diz que deu a ela o que ela pediu. Eliza sai correndo da sala, mandando todos pro Inferno.
No resto da HQ, nós acompanhamos Adam, Buddy e Kory em sua odisséia pelo espaço. Eles estão navegando num cinturão de asteróides. A nave é eventualmente atingida e forçada a aterrisar. E eles são ajudados por nada mais nada menos que Lobo, o Anti-Herói, vilão, ou seja lá que raio ele for, mais doidão do Universo. Para quem não conhece, Lobo é um dos personagens mais amados dos Quadrinhos, devido ao seu estilo Heavy Metal de ser. Ele é o Último Czarniano, mas não pense que ele fica triste com isso, afinal, ele matou todos os outros.
Bom, voltando a história, ele resolve dar uma forcinha aos heróis, mas não sem recompensas é claro.
Ao fim, aborígenes australianos encontram o corpo de Tornado Vermelho.


Desmantelado:

Essa semana gira em torno do Elmo do Sr. Destino e seus mistérios.
Depois de um mês sumido, Ralph Dibny reaparece e sua obsessão pela volta da esposa o está levando por caminhos obscuros.

Skeets faz uma descoberta que faz a trama em torno do falecido Gladiador Dourador tomar novos rumos.

Renee Montoya e Questão ainda em Kahndaq, são convidados a receber a Ordem da Crescente, a honraria mais importante concedida para não nascidos em Kahndaq. Renee Montoya não comparece, fazendo Adão Negro sentir-se insultado, a situação só piora quando Adão vê Renee bêbada e mantendo “atos libidinosos” com uma kahndaqiana.
É uma cena impactante, é divertido ver Reneé ter coragem de peitar o Adão Negro.


A história se repete:

Gladiador Dourado vai se firmando como um personagem importantíssimo para a série. Skeets usa seu antecessor como uma forma de descobrir os fatos. Uma grande reviravolta no Tempo-Espaço estaria relacionada com seu descendente.

A partir de agora dá para se perceber de forma um pouco mais clara a importância do Gladiador Dourado na série, até porque parece que ele é o responsável por mais um evento cósmico e temporal que está por vir. Seu robô Skeets parece que praticamente sabe o que é e utiliza o antepassado do herói supostamente morto como bode expiatório para descobrir tais fatos.

Nessa história reaparece Lobo e o pessoal da trama espacial. É revelado que Lobo não é mais o assassino carniceiro de sempre. Agora ele é um pacifista, o arcebispo da Primeira Igreja Celestial do Deus-Peixe Triplo. É revelado que os viajantes espaciais ainda demoraram algum tempo para voltarem a Terra, pois estão sendo perseguidos por uma criatura. E terão que derrotá-la para voltarem a Terra.

Uma breve aparição de Supernova e Moça-Maravilha deixa uma pulga atrás da orelha. Ao pedir para não ser tocado, a Moça-Maravilha se despede de Supernova chamando-o de Kon-El, o Superboy. Será que é imaginação da Moça, ou existe algo de fato nisso?


Deus tá ferrado:

Supernova aparece novamente, dessa vez para plantar outra dúvida na cabeça do leitor, ele aparece na Batcaverna e age como se fosse um lugar conhecido. Será?
A semana 20, além de Supernova e uma breve aparição de John Irons, concentra 14 de suas 20 páginas nos heróis perdidos no espaço.

No refúgio que Lobo se encontra, os refugiados, com medo de um ataque de parasitas espaciais pedem que Lobo use o olho esmeralda de Ekron, mas Lobo diz que não é possível.
Lobo é destroçado por um bando de parasitas espaciais, Estelar pega o olho e usa o poder para salvar todo mundo. No mesmo momento um monstro surge. Depois de Lobo regenerar-se descobrimos quem é o monstro; “Hmm, de onde é que cê acha que veio o Olho Esmeralda de Ekron? FOi arrancado da Cabeça Esmeralda de Ekron.”

Estelar, Homem-Animal e Adam Strange concordam em acompanhar Lobo numa peregrinação com motivações misteriosas. Agora com Ekron os perseguindo.

No Geral: 52 vem se firmando como série. É bacana… É gostoso de ver um Mundo onde os personagens estabelecidos, aqueles que conseguem resolver tudo num piscar de olhos não existem, ou não podem atuar. É preciso que o Universo se eleve, personagens insignificantes perante os grandes, na ausência deles, são os grandes heróis, a esperança do Mundo no momento.

Ao final da edição, as origens de: Metamorfo, Aço, Adão Negro, Lobo e Questão.

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Aí vai um review de Superman/Batman #25. É uma revista já antiga… Uns 4 meses… A revistinha bacaninha, não é lá um primor, mas também não é ruiiim…

Superman & Batman: Esqueça:

História bacana, que revisita a Terra-2. Para quem é leitor novo e não sabe, teve uma época que o Universo DC era povoada de uma imensidão de Terras, e era Terra do Capitão Marvel, Terra dos Superanimais, Terra da Liga da Justiça “ONU”, e Terra disso, e Terra daquilo. Aí um dia eles resolveram ganhar um dinheiro e organizar o barato. Mataram todas as Terras, juntaram tudo numa Terra Única e fizeram uma grande Crise nas Infinitas Terras para faturarem uma grana em cima disso. 20 e tantos anos depois, eles ressuscitaram essa história com a Crise Infinita e o 52. Terra-2 é o Universo no qual os Super-heróis e vilões aparecem décadas antes, tendo inclusive participado ativamente da II Guerra Mundial.
Bom, vamos à história:
Superman e Batman, sofrem uma troca de corpos com Poderosa e Caçadora, (Poderosa é prima do Superman e Caçadora é filha do Batman da Terra-2).
A história apesar de passados mais de 20 anos da Crise nas Infinitas Terras, não aparenta isso. Pois o autor, consegue passar o essencial sobre a Terra-2 para os novos (ou nem tanto) leitores, sem ser massante para os antigos.

Todo o pano de fundo da história, faz uma história com o enredo em si meio bobo, uma boa e divertida história.

A troca de corpos de Batman com Caçadora e Superman com Poderosa é um plano conjunto de Ultra-Humanóide e Onda Mental para derrotar a Dupla Super e Batman, fazendo com que as mentes da Caçadora e Poderosa, fosse aos poucos expulsando as mentes invasoras , que sem os corpos originais por perto, morreriam.

O fim, porém, decepciona, ao invés de manter a história, mostrando tudo como um Universo Alternativo. “Matam” a história toda. Tudo não passa de um sonho da Poderosa da Terra principal.


Rastejando em meio aos destroços:

Arqueiro Verde, enfrenta o Exterminador. É um combate interessante, estilosão mesmo. O Exterminador é contratado para matar Olliver Queen, mas na verdade, tudo não passa de um plano de Olliver para prender o Exterminador, que pensa que vai pegar o Arqueiro desprevinido, mas não é nada disso que acontece.

O Arqueiro está preparado e com alguns truquezinhos novos, que ele aprendeu no Ano Pulado lá pras bandas orientais. Como luta em quadrinhos, fazia tempo que eu não via uma igual. Fora isso, história nenhuma. Ação do começo ao fim.


Sem chance:

Arthur Curry Jr. é o novo Aquaman,um jovem que nasceu prematuro, sendo criado em um tanque d’água para sobreviver. Seu pai morreu durante uma tempestade que destruiu o Centro Oceanográfico Curry-Jonas. No fundo do mar encontrou o Tubarão-Rei e o Habitante das Profundezas, que parecem profundamente ligados a sua existência.
Na história, ele vai em busca de parentes em Maine, no caminho é convocado pela Rainha Mera, que pretende lhe agradecer por salvar seus guerreiros. Atsiul, que liderava o grupo capturado por Auratis e que fora libertado pelo novo Aquaman, diz que ele não fizera nada e que os guerreiros libertaram-se sozinhos.
Arthur Curry revolta-se e o desafia num duelo.
O desafio é desigual, Atsiul é um guerreiro, treinado e experiente. Arthur não. Arthur resiste algum tempo, enquanto sua força e vigor naturais valem de alguma coisa, até que um golpe que poderia ser fatal é o gatilho para a fúria de Arthur. Arthur, se excede, sua força e poder se superam e agora é a vez de Atsiul recuar. Arthur ameaça o golpe fatal, quando a luta é interrompida pela chegada do Tubarão-Rei.

A nova fase do Aquaman é legal. Mas ainda está muito no começo, o personagem ainda está em formação. É aguardar e ver aonde isso vai chegar.


O Vermelho e o Verde:
Uma história sobre um conflito de clãs no planeta Bertrassus. Dois Lanternas intervêem. Uma deles abandona a missão no meio. Para ajudá-la, uma conversa com Guy Gardner. Uma história sem conteúdo nenhum. Milhões de personagens, todos descaracterizados. Sem personalidade nenhuma. Altamente estereotipados. A série da Tropa acaba sendo um amontoado de Lanternas, todos sem personalidade nenhuma.

Nota Geral: Como um todo, é uma revista que vale a pena ser lida, pesando muito na decisão a história carro-chefe do Super e Bat, além do fato de eu ser fã do Aquaman, e querer ver aonde essa história vai chegar. Ah… A luta entre Arqueiro Verde e Exterminador também é legalzona. Nota 7

Veja também:

Eu li: Liga da Justiça #60
Eu li: Os Desafios de Shazam #1
Eu li: Guy Gardner: O Pacificador

Após os eventos de Crise Infinita, a Magia do Universo DC foi redefinida. Com a fúria do Espírito da Vingança, Espectro, e Eclipso, contra toda a Magia do Universo, o mundo Arcano do Universo DC sofreu várias baixas, dentre elas Shazam e Nabu, Sem Nabu, a Nona Era da Magia foi prematuramente encerrando, fazendo com que o cenário místico do Universo passasse a seguir novas e diferentes regras. Sem Shazam o Capitão Marvel passou a ser o novo Guardião da Pedra da Eternidade e dos poderes de Shazam.


O menino e o homem
Roteiro: Judd Winnick
Arte: Howard Porter
Editor original: Mike Carlin
Nota:9

A história começa com um grupo de praticantes de magia negra capturando crianças, “virgens para sacrificar”, dentre elas Billy Batson, a contraparte do Capitão Marvel.
Capitão Marvel com a nova posição que ocupa está mais poderoso e com novos poderes. Após derrotar os infaticidas, ao dizer a palavra mágica que o transformaria novamente em Billy Batson, Capitão Marvel sofre uma nova mudança, ele ainda continua Marvel, agora com um novo uniforme, todo branco e cabelos brancos compridos. Estilosão.

De Castigo
Roteiro: Judd Winnick
Arte: Howard Porter
Editor original: Mike Carlin
Nota:8

A segunda parte da revista começa contando a história de Frederick Christopher Freeman. Um menino que castigado pelo destino tornou-se inválido, e tocou o coração de alguém extremamente poderoso que concedeu grande poder, tornando-o o Capitão Marvel Jr. Desde esse momento para usar seus poderes basta dizer o nome de seu mentor Capitão Marvel. Mas não mais. Agora Fred não consegue mais acessar seus poderes, porém de modo não intencional, dizendo o nome do Mago Shazam, Fred é transportado para a presença de Marvel. Marvel explica a ele a nova situação. Agora com a ausência do Mago Shazam surgiu um vácuo que precisava ser preenchido, e é agora ocupado pelo Marvel, o guardião do poder. Mas esse poder precisa de um discípulo. Fred passará pelos desafios dos 6 deuses da magia para provar-se digno dos poderes.

Geral: Os Desafios de Shazam mostra o Capitão Marvel de um modo único e diferente do habitual.

Capitão Marvel é um super-herói estereotipado, é um herói com superforça, superpoder, altamente poderoso, praticamente imbatível. Altamente comum. O que o diferencia e o torna único é sua pureza e o fato do super-herói ser retratado como uma criança que vira Super-herói, retratando todas as conseqüências desse fato. A história o retrata de forma diferente. E é muito interessante notar os dois pontos de vistas sobre o mesmo fato. De um lado, inovador, revolucionário, mostra o Capitão por si só, sem ser o homem preso no corpo do menino. Por outro, muitos sentiram falta do lado infantil a que estão acostumados no personagem. Apesar da primeira história se chamar o menino e o homem, o lado menino foi completamente ignorado.
Como história, é bacana, balança o universo do personagem do modo que conhecemos.

Algo louvável, na contracapa da versão brasileira (me parece que não aconteceu o mesmo na versão americana), é um resumo dos últimos acontecimentos relacionados à magia no Universo DC, isso é bom. Ajuda os novos leitores, ou aqueles que não andaram por dentro de todos os últimos acontecimentos da DC.

Notal final: 8. Apesar dos pesares, gostei. Vamos ver no que vai dar. Gosto da sensação de Universo evoluindo, personagens mudando suas características, mesmo sabendo que 99,9% das vezes elas são resetadas.

PS: Meu primeiro review no Fanboy, já está publicado. É sobre o Guy Gardner: O Pacificador. Dê uma olhada e veja os outros reviews do site

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