Batman RIP

Batman RIP é uma saga que promete revolucionar, já deu muito assunto, inclusive por aqui. Já disseram muita coisa, que morria, não morria mas trocava de personagem e um monte de coisa. Bom, agora vem a última bomba sobre Batman RIP:

O Jornal Sunday Mail, da Escócia, publicou uma nota falando sobre o enredo da história de Batman RIP, segundo o jornal, o cavaleiro das trevas descobrirá que sua mãe era viciada em heroína e seu pai, Thomas, um cachaceiro dos brabos.

Além disso, os pais do Sr. Bruce Wayne participariam de orgias e festas de swing e, fica insinuado que o mordomo Alfred seria o verdadeiro pai seria Alfred.

Nada disso é confirmado, poderia ser apenas uma brincadeira pregada em cima do jornal, que como todo bom jornal, não sabe nada de Quadrinhos. É aguardar o desfecho de Batman RIP.

DC Universe Online

DC Universe Online é o MMO da DC, com previsão de lançamento para o ano que vem. O DC Universe Online foi comentado com mais detalhes por Jim Lee na revista britânica Edge e será lançado para PC e Playstation 3.

O jogo se baseará nas histórias em quadrinhos de super-heróis e será desenvolvido pela Sony Online Entertainment.

Lee é o diretor executivo de criação do game online da DC, e descreve o jogo com um híbrido entre um MMO tradicional e um jogo de ação em primeira pessoa. O game usa o motor gráfico Unreal Engine 3, da Epic Games.

Em DC Universe Online, o jogador cria seu herói ou vilão, definindo seus poderes, que vão desde até ataques de fogo, gelo, vôo, acrobacia até supervelocidade e teletransporte. A evolução dos poderes permite que o personagem aprimore seus poderes, fazendo por exemplo, com que um personagem voador passe a realizar ataques e manobras no ar.

Não é possível jogar com os heróis clássicos a DC Comics, que servem apenas como personagens não jogadores.

Localidades dos quadrinhos, tais como Metrópolis e Gotham, estão presentes no DC Universe Online. O game misturará mundo aberto e sessões baseadas em instâncias e incluirá os tradicionais “raids” contra grandes chefes de fase. Além disso, haverão arenas PvP (jogador contra jogador), onde os poderes poderão ser aproveitados de formas diferentes.

A DC promete também a interligação entre tramas dos quadrinhos e as apresentadas no jogo, fazendo com que histórias dos quadrinhos tenham desdobramentos virtuais.

“DC Universe Online” tem previsão de lançamento para 2009.

Sociedade da Justiça da América em All-Star Comics #3


A Sociedade da Justiça da América, ou SJA, é um grupo de super-heróis da DC Comics, o primeiro time de super-heróis das histórias em quadrinhos. Concebido pelo editor Sheldon Mayer e pelo escritor Gardner Fox, a Sociedade da Justiça da América apareceu pela primeira vez em All Star Comics #3 (1940).

Ao contrário dos times “all-stars” seguintes, a Sociedade da Justiça ficou limitada a herois ainda não apresentado em títulos próprios porque a editora queria expor seus personagens menos conhecidos. Então, Superman e Batman foram apenas membros honorários e Flash e Lanterna Verde saíram logo do time, terminando com cada personagem recebendo sua própria revista. Entretanto, uma mudança na política em 1944 permitiu-os voltar a equipe. Outros membros populares foram Espectro, Homem-Hora, Gavião Negro, Sr. Destino e Átomo.

O time era popular durante a década de 40, mas depois com a queda da popularidade dos super-heróis a série All Star Comics virou All-Star Western, em 1951, cessando as aventuras da equipe. Durante a Era de Prata, a DC reinventou vários membros populares da Sociedade da Justiça e uniu-os na Liga da Justiça da América. Porémm ao invés de considerar a Sociedade da Justiça substituída, DC revelou que a SJA existia na Terra-2 enquanto a Liga da Justiça, era da Terra-1. Isto permitiu encontros interdimensionais anuais entre os times, indo de 1963 a 1985,

Em 1985, DC reescreveu sua continuidade na maxi-série Crise nas Terras Infinitas. A série mesclou várias realidades da companhia numa única, posicionando a Sociedade da Justiça como os predecessores da Segunda Guerra Mundial para os personagens modernos da editora. Vários insucessos e tentativas controversas foram feitas, até uma nova série, entitulada JSA, foi lançada em 1999, continuando até Julho de 2006. Uma nova revista da Sociedade da Justiça da América foi lançada em Dezembro de 2006, para coincidir com a nova série da Liga da Justiça da América, também lançada em 2006.

Sociedade da Justiça na Era de Ouro dos Quadrinhos

A Sociedade da Justiça da América apareceu pela primeira vez em All-American Comics’ All Star Comics #3 (1940), durante a Era de Ouro dos Quadrinhos. A equipe incluia a princípio os personagens da National Comics Sr. Destino, Homem-Hora, Espectro e Sandman e os personagens da All-American Átomo, Flash, Lanterna Verde e Gavião Negro. Um regra interna, requeria que se um personagem recebesse seu próprio título ele deveria deixa a All Star Comics, tronando-se membro honorário da Sociedade da Justiça. Então, o Flash foi substituído por Johnny Trovoada após a edição #6; Lanterna Verde deixou a equipe pelo mesmo motivo. Isso também explica porque Superman e Batman nunca participaram da equipe, sendo sempre membros honorários. Gavião Negro é o único membro a aparecer em todas as aventuras da Sociedade da Justiça em sua primeira fase, um fato invocado seis anos depois na série da SJA enquanto o Gavião Negro temporariamente assumiu o comando da equipe. O Átomo esteve ausente em duas edições.

All Star Comics é também famosa por apresentar a primeira aparição da Mulher Maravilha, na #8 (Dezembro de 1941). Ao contrário de outros personagens que tinham seus próprios títulos, a Mulher-Maravilha foi permitido aparecer no livro, mas apenas como secretária da Sociedade da Justiça e não tomava parte ativamente da maior parte das aventuras durante muito tempo na série (um fato considerado chauvinista hoje em dia).

As primeiras aventuras da Sociedade da Justiça foram escritas por Gardner Fox e ilustradas por uma legião de artistas incluindo E. E. Hibbard, Jack Burnley, Jack Kirby e Joe Kubert. A primeira história da Sociedade da Justiça apresentando o primeiro encontro da equipe, uma sequência de cenas para cada membro contando uma história de um ponto de vista individual. Na edição seguinte, o time trabalhou junto em um caso comum, mas cada história de lá ainda mostrava membros individualmente em missões envolvendo parte do caso, e no final todos se uniam para terminar tudo.

Na All Star Comics #24, uma cisma no mundo real entre Detective Comics Inc. e All-American Publications ocorreu, fazendo com que os heróis da Detective Comics fossem removidos do título. Como resultado, Flash e Lanterna Verde retornaram ao livro. Oito meses depois, Detective Comics comprou All-American e as duas companhias se mergiram para formar a National Comics. Entretanto a formação da Sociedade da Justiça permaneceu a mesma até o fim da série.

All Star Comics e as Aventuras da Sociedade da Justiça na Era de Ouro terminaram na #57, o título tornando-se All-Star Western, sem super-heróis. Enquanto Superman, Batman e Mulher-Maravilha continuaram suas aventuras próprias, a maioria dos personagens permaneceu dormente por vários anos durante a decadência dos quadrinhos de super-heróis na primeira metade da década de 50.

Carnaval dos Quadrinhos das Quartas
Este post faz parte da edição #16 do Carnaval dos Quadrinhos das Quartas, que trata sobre Super-grupos e é uma reedição do post já publicado no Carnaval dos Quadrinhos das Quartas #8, sobre quadrinhos antigos.

Confira em breve outros posts participantes:

Quadrideko que falou sobre os Outsiders - Os Renegados


  • Batman: The Dark Knight que estréia nos cinemas em dois meses teve mais um poster divulgado.

    Batman: The Dark Knight

    Além disso, a campanha viral continua a toda. Uma das cidades participantes do viral do Batman: The Dark Knight é São Paulo.

    Batman: The Dark Knight São Paulo

    O site www.whysoserious.com dá dicas que direcionam os participantes para o Parque Trianon em São Paulo, pelo texto no site, tudo indica que um Trailer do Batman: The Dark Knight será o prêmio dessa aventura em São Paulo.

    Se você gostou deste post, veja esses:

    Blog do Hiroshi reestréia by hiroshi on February 4th, 2008
    O .

    Este é um blog " de elite" by hiroshi on November 30th, 2007
    .

    Novidades no Blog do Hiroshi by hiroshi on February 1st, 2008
    Bom, faz dois dias que eu não blogo direito.

    As melhores postagens de Novembro by hiroshi on November 30th, 2007
    Como hoje é o último dia do mês, resolvi fazer um resuminho de tudo o que aconteceu no mês por aqui e também destacar as postagens com maior destaque, comentários, visitas.

    Retrospectiva 2007: Os 10 melhores posts do Blog do Hiroshi by hiroshi on December 30th, 2007
    Final de ano.



    Mortal Kombat vs DC
    Mortal Kombat versus DC Universe é o próximo jogo de lutas na série de games Mortal Kombat. O game da vez, que vinha sendo chamado de Mortal Kombat 8, e prometia grandes mudanças, será um crossover entre Games e Quadrinhos, assim como o já clássico Street Fighters versus Marvel.
    Mortal Kombat versus DC Universe mostrará o quebra-pau entre os lutadores de Mortal Kombat e os heróis do Universo DC.
    A imagem de divulgação que corre pela Internet mostra Sub-Zero, o ninja do Frio, enfrentando o Homem das Trevas, Batman.

    Confira o trailer da luta entre Sub-Zero e Batman:


    Confira também o site oficial de Mortal Kombat vs DC Universe.


    Frank Miller
    completa hoje 51 anos. O americano é escritor, artista e diretor de cinema, mas é conhecido principalmente pelo estilo noir que dá às suas histórias em quadrinhos. Ele é um dos mais reconhecidos e populares criadores de quadrinhos, e um dos mais influentes de sua geração.

    Miller nasceu em Olney, Mariland e cresceu em Montpelier, Vermont. Miller era um fã de quadrinhos desde a infância. Desejando tornar-se um artista, ele eventualmente teve seu primeiro trabalho publicado em The Twilight Zone (Além da imaginação) para a Gold Key Comics em 1978. Este foi seguido de vários trabalhos de desenhista para títulos de antologia da DC Comics e seu primeiro trabalho na Marvel Comics em John Carter: Warlord of Mars #18. Foi na Marvel que Miller conseguiu assegurar uma vaga como artista regular e de capa, trabalhando em vários títulos. Um desses trabalhos foi desenhando Spectacular Spider-Man #27 e #28. Esses exemplares mostraram Demolidor como um personagem secundário. A essa época Demolidor era um personagem menor com sua série própria com vendagens fracas; entretanto, Miller viu algo no personagem que gostou e perguntou ao editor-chefe da Marvel, Jim Shooter, se ele poderia trabalhar no título regular do Demolidor. Shooter concordou e tomou a decisão de fazer de Miller o novo desenhista do título.

    O Demolidor e o início dos anos 80.


    A primeira edição de Frank Miller desenhando o Demolidor foi em Daredevil #158, que era a última parte de uma história escrita por Roger McKenzie. Embora ainda se modelando de acordo com o estilo tradicional dos quadrinhos, ele incorporou à história seu próprio estilo noir que provou ser um sucesso. Depois dessa edição Miller tornou-se uma das estrelas de rápida ascensão da Marvel e também começou a roteirizar histórias extras com McKenzie.Aprendendo com Neal Adams, Miller ficou horas fazendo sketchs dos telhados de Nova York na tentativa de dar a arte do Demolidor um sentimento de autenticidade raramente visto nas histórias de super-heróis naquele tempo. Miller foi tão bem-sucedido com o título que a Marvel começou a publicar os quadrinhos do Demolidor mensalmente (cuja publicação era anteriormente bimestral). Do número #168 em 1981, Miller assumiu as funções de escritor e desenhista com Klaus Janson arte-finalizando suas edições. Esta edição viu a primeira aparição de Elektra.

    Com a criação de Elektra, o trabalho de Miller nos quadrinhos do Demolidor passaram a ser caracterizados por temas mais noturnos e histórias fortemente influenciadas pelos mangás. Isso atingiu seu ápice na edição #191 onde o assassino Mercenário mata Elektra. Embora mortes de personagens secundários fossem lugar-comum nos quadrinhos da época, a morte de um personagem principal como Elektra não era. Miler deixou claro com as edições seguintes que sua intenção era deixar Elektra morta mas no entanto ela foi revivida durante seu tempo como escritor. Miller terminou seu tempo na revista periódica de Demolidor na edição #191; neste tempo ele transformou um personagem secundário da Marvel em um dos mais populares e mais vendidos personagens publicados pela editora. Devido a popularidade do Demolidor, Miller tornou-se um dos artista mais procurados na indústria dos quadrinhos.

    Durante este tempo, Miller e o escritor Chris Claremont produziram uma minissérie em 4 partes, Wolverine, em 1982, como spin-off da popular série X-Men. Miller usou este título para expandir o personagem Wolverine enquanto apresentava mais de sua arte influenciada nos mangás. A série foi um sucesso de crítica e público e sedimentou o lugar de Miller como um grande artista. Miller encontrou tempo ainda para desenhar uma história curta de Natal do Batman para o especial de Natal da DC Comics. Esse foi o primeiro encontro com um personagem que, assim como Demolidor, passou a ser associado.

    Miller preencheu seu tempo com The Elektra Saga ( uma minissérie em 4 partes consistindo grandemente de material anteriormente publicado em sua passagem pela série do Demolidor, contando sobre a vida e a morte de Elektra), e Ronin para DC Comics, seu primeiro título “creator-owned”. Ronin foi uma minissérie em 6 edições publicada pela DC de 1983 a 1984. Com Ronin, Miller não apenas redefiniu sua própria arte e técnicas de narração, como também ajudou a mudar a forma como os direitos do criador eram vistos, e provou que quadrinhos em novos formatos podiam ser comercialmente viáveis. Ronin foi também seu título mais claramente influenciado pelos mangás, principalmente por Lobo Solitário.
    Depois de Ronin, Miller foi relativamente recluso em 1985; seu único trabalho publicado foi uma única edição de Demolidor (Daredevil #219).

    Batman: O Cavaleiro das Trevas e o final dos anos 80.

    Em 1986 DC Comics lançou Batman: O Cavaleiro das Trevas, uma minissérie em 4 edições, escrita e desenhada por Frank Miller, com cores por Lynn Varley e arte-finalizada por Klaus Janson.

    A história conta como Batman, retirado após a morte de Robin, e com 55 anos de idade retorna a luta contra o crime num futuro onde crime e violência predominam. Indicando um possível final para Batman, Miller criou um retraro duro e amargo do Cavaleiro das Trevas. Lançado no mesmo ano de Watchmen, mostrou uma nova forma de narração mais orientada a adultos para o público geral. Recebendo quantidades massivas de publicidade da mídia, Miller não apenas redefiniu o Batman nos quadrinhos, mas também dirigiu o final da imagem infantil e satirizada que várias pessoas tinham do personagem da série de televisão dos anos 60.

    O Cavaleiro das Trevas influenciou a indústria dos quadrinhos, encabeçando uma nova onda, mais dark, mais realista, e junto de Batman: A Piada Mortal, foi também uma grande influência para o filme do Batman de Tim Burton, de 1989. Além disso, a história finalmente ajudou a romper o anterior bom relacionamento entre os dois mais bem conhecidos personagens da DC Comics, Batman e Superman.

    1986 também viu Miller retornar ao Demolidor com o artista David Mazzucchelli, criando um arco de histórias que como Cavaleiro das Trevas, redefiniu e revigorou o personagem principal. Em Daredevil: Born Again (A Queda de Murdock), nós aprendemos sobre o background católico do Demolidor, e mostrou a destruição ( e renascimento) do alter-ego Matt Murdock nas mãos do Arqui-inimigo Rei do Crime.

    Miller e o artista Bill Sienkiewicz produziram a graphic novel Daredevil: Love and War (Demolidor). Apresenta o Rei do Crime, que indiretamente liga a primeira série de histórias de Frank Miller em Demolidor à Queda de Murdock, explicando a mudança de atitude do Rei do Crime em relação ao Demolidor. Miller e Sienkiewicz também produziram a minissérie em 8 edições Elektra: Assassina para Epic Comics. Situada fora da continuidade regular da Marvel Comics, mostra um conto selvagem com ciborgues e ninjas, enquanto expande o background de Elektra. Ambos os projetos foram bem recebidos pela crítica.

    A última grande história de Frank Miller neste período foi em Batman das edições 404 a 407 de 1987, outra colaboração com Mazzuchelli. Titulada Batman: Ano Um, foi a versão de Miller da origem do Batman na qual ele retconizava vários detalhes e adaptava a história para encaixar o Cavaleiro das Trevas na continuidade.

    Nessa época, Miller esteve em disputa com a DC Comics sobre um sistema de classificação proposto para os quadrinhos. Discordando disso, que via como censura, Miller recusou fazer qualquer trabalho para a DC e passaria a realizar seus futuros projetos na editora independente Dark Horse. A partir de então Miller passaria a ser um grande defensor dos direitos dos criadores e um voz ativa contra a censura nos quadrinhos.

    Os anos 90 e 2000.

    As 2 décadas mais recentes da vida de Frank Miller foram marcadas por adaptações para filmes que pouco lhe agradaram, tendo grandes interferências dos produtores.
    No ramo dos Quadrinhos, ficou marcado pela sua participação na Dark Horse e seus trabalhos independentes, principalmente Sin City, que tornou-se inclusive uma adaptação para Cinema.

    Sin City é a realização de um grande sonho de Frank Miller, que entrara nos quadrinhos com a intenção de fazer histórias policiais, e fez mais do que isso. Impôs seu próprio estilo. Ritmo cinematográfico e contraste branco e preto. Uma grande obra dos Quadrinhos.

    Os últimos anos vêm sendo marcados por histórias de quadrinhos infrutíferas e meramente comerciais de volta a DC Comics, e um grande período de sucesso nos cinemas, com a adaptação de 300 e Sin City, além da direção do futuro filme Will Eisner’s The Spirit.

    Qual sua opinião sobre as histórias de Frank Miller? Qual a melhor história dele que você já leu? Comente aqui.

    Batman: R.I.P será publicada na edição #676 de Batman, e ao que indicam os boatos, além de ser assunto na Times Online mostrará a Morte do Batman.

    A Morte do Batman vem sendo anunciada, desmentida, modificada, há vários meses. Segundo o jornalista Rich Johnston, da Coluna do CBR Lying in the Gutters, Bruce Wayne morreria e seria substituído por um dos Robins.

    Depois disso, com a aproximação do filme Batman: The Dark Knight, a morte do personagem teria sido vetada por executivos da Warner pela repercussão que qualquer mudança no personagem poderia trazer ao filme.

    Porém com a chegada da edição #676 anunciada para Abril, a DC Comics lançou o seguinte resumo para as solicitações de Abril:

    “Who will live? Who will die? Who will be Batman? The answers are sure to shock you in Batman R.I.P.”

    Quem viverá? Quem morrerá? Quem será o Batman? As respostas serão respondidas em Batman: R.I.P

    A história pretende ser um marco para a história do Cavaleiro das Trevas como o conhecemos.
    DC e Grant Morrison, o autor da história, vêm mantendo sigilo sobre a história, mas pelos boatos, Bruce Wayne morreria e seria substituído por Jason Todd, usando um uniforme com design criado por Alex Ross.

    Acompanhe abaixo toda a Saga do morre, não morre do Batman:
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    Morte do Batman

    Revelado novo Batman
    Mudanças do Batman se limitarão a uma mudança visual

    PS 1: Eu acredito que o Batman vá realmente morrer, sua morte apresentaria muita coerência com as histórias atuais. Em Justice League #0 (Liga da Justiça #58 da Panini), por exemplo, mostram-se cenas passadas, presentes e futuras envolvendo o top3 do Universo DC. Numa das cenas do futuro, Superman lamenta a morte do Batman.
    PS 2: Pelo que eu entendo, e isso é só uma suposição minha, não vi em nenhum canto, o Batman estaria numa hora muito boa de morrer, pois já está anunciado para 2009 the Blackest Night, o evento onde as Tropas de todas as cores dos Lanternas se uniriam para combater os Lanternas Negros. O anúncio para a saga diz que os Lanternas Negros irão descer ao nosso mundo clamando por nosso entes queridos que perdemos. É ou não é uma boa chance pro Batman morrer e ressuscitar?
    O que vocês acham da morte do Batman? Um caça-níqueis? Uma história que pode ser interessante, afinal é bacana ver a roda girar e mostrar que o Universo dos Quadrinhos não é estático? Será que é uma morte definitiva?


    Barry Allen
    , o Flash da Era de Prata, ressuscitará, segundo a coluna de Rich Johnston do site Comic Book Resources.

    Barry Allen foi uma das principais vítimas em Crise nas Infinitas Terras, sendo substituído por seu sobrinho Wally West. Sua morte sempre foi lembrada como a única morte irreversível nas histórias em quadrinhos. Até hoje.

    Na sua coluna Lying in the gutter, Johnston diz que o roteirista Geoff Johns e o desenhista Ethan Van Sciver serão os responsáveis pela história Barry Allen: Rebirth, que mostrará a ressurreição do Flash da Era de Prata.

    Fontes:
    Comic Book Resources (em inglês)
    Zona Negativa (em espanhol)

    Gotham City é uma cidade fictícia do Universo DC Comics, e é conhecida como o lar do Batman. O local de residência do Batman foi identificado pela primeira vez como Gotham City em Detective Comics #48 (Fevereiro de 1941).


    História

    Em Swanp Thing (Monstro do Pântano) #53, Alan Moore escreveu uma história fictícia para Gotham City que foi seguida em linhas gerais por outros escritores. Seguindo a história de Moore, um mercenário norueguês fundou Gotham City em 1635 e a Inglaterra posteriormente tomou-a - uma históriaa paralela a da descoberta de Nova York pela Holanda (como Nova Amsterdã) e posteriormente tomada pela Inglaterra. Durante a Guerra de Indepêndencia dos EUA, Gotham City foi o local de uma grande batalha e rumores contam que foi sede de vários ritos ocultos.

    Shadowpact (Pacto das Sombras) #5 por Bill Willingham expandiu a herança oculta de Gotham City descrevendo uma criatura que tem dormido por 40.000 anos abaixo da terra onde Gotham City foi construída. Strega, servidor da criatura, diz que o carater “obscuro e às vezes amaldiçoado” de Gotham City foi influenciado pelo ser que agora usa o nome de “Doctor Gotham”.

    Várias histórias adicionaram mais eventos à história de Gotham, e ao mesmo tempo afetaram enormemente a cidade e suas pessoas. Porém o maior impacto foi uma série de histórias, que começou com Ra’s Al Ghul espalhando um vírus durante a saga Contágio. Como consequência do arco, a cidade começa a se recuperar até sofrer um terremoto de 7.6 na escla Ricther na saga Terremoto. O que finalmente resultou no governo norte-americano considerando Gotham City fora do resto do país na Saga Terra de Ninguém. Este trio de histórias deu aos escritores a liberdade de redefinirem a natureza e o clima da cidade. O resultado sugeriu uma cidade pesada com uma arquitetura mais dramática e variada, uma população mais sofrida, cínica e adaptável; além de permitir aos escritores atribuirem novos locais para a cidade em reconstrução.

    Atmosfera

    Em termos de atmosfera, o escritor e editor de Batman, Dennis O’Neil disse que, figurativamente “A Gotham City de Batman é a Manhattan abaixo a Décima Quarta Rua a meia noite e onze minutos na noite mais fria de Novembro.”

    A atmosfera de Gotham City tomou ares mais leves nos quadrinhos dos anos 50 e parte dos anos 50, similar ao tratamento dado às histórias do Batman dessa época. Entretano, no começo dos anos 70 o tom da cidade, bem como de suas histórias, foi se tornando mais sombrio. Hoje, o retrato de Gotham é um local escuro e de mais presságios com crime, sujeira, corrupção, uma sensação profundamente estabelecida de decadência urbana.

    Arquitetura

    Diferentes artistas descreveram Gotham de diferentes maneiras. Mas eles tiveram como base suas interpretações em vários períodos e estilos da arquitetura real, com características exageradas, como o grande estatuário Art Deco e Art Noveau visto no versão cinematográfica de Tim Burton.

    Dentro do mito de Batman, uma pessoa citada como sendo influente promovendo a única arquitetura de Gotham City durante a era pre-Guerra de Independência dos Estados Unidos foi Solomon Wayne, ancestral de Bruce Wayne. Sua campanha para reformar Gotham veio a mente quando ele conheceu um jovem arquiteto chamado Cyrus Pinkney. Wayne pediu a Pinkney que desenhasse e construísse as primeiras estruturas no estilo “Gotham” que virariram o centro do distrito financeiro da cidade.
    Após Terra de Ninguém, Lex Luthor assumiu o desafio de reconstruir Gotham City depois dos eventos de Terremoto. Velhas estruturas Art-deco e góticas de Gotham foram substituídas por modernos edifícios e arranha-céus de vidro.

    Polícia e corrupção

    Um tema comum das histórias ambientadas em Gotham é a irrefreável e recorrente corrupção dentro das autoridades civis e de infraestrutura, mais nítidamente dentro do Departamento de Polícia de Gotham City. Durante as histórias dos primórdios da carreira do Batman (especialmente, Batman: Ano Um), Comissário Gillian B. Loeb foi descrito como um grande corrupto. Porém, Batman descobriu evidencias para suas suspeitas de conspiração, forçando Loeb a resignar do cargo. Histórias posteriores descreviram subsequentes comissários corruptos, ou abertos a diversas formas de influência. Histórias mais recentes, mostrando James Gordon, como comissário, mostraram os dois personagens unindo forças para combater a corrupção de dentro da força policial. Gordon foi comissário por cerca de 9 a 10 anos da continuidade, então retirou-se, deixando Comissário Akins em seu lugar. Histórias recentes retornaram Gordon a posição de comissário, infelizmente para encontrar corrupção dentro de seu departamento.

    Geografia

    A geografia de Gotham City, como qualquer outra cidade fictícia do Universo DC, variou pelas décadas, devido a mudanças de escritores, editores e enredos. Por várias vezes as descrições colocam Gotham às margens do Lago Gotham. A maioria das aparições, entretanto, colocam Gotham na Costa Oeste dos Estados Unidos.


    Mapas mostrados em várias histórias em quadrinhos descreveram a cidade em diferentes lugares. Vários dos mapas usam Manhattan, Vancouver, e outras cidades costeiras como base, enquanto outras são completamente originais. Um mapa mostrando Gotham City em relação a Metrópolis, o lar do Superman, publicada em New Adventures of Superboy #22 (Outubro de 1981), coloca Gotham City e Metropolis em lados opostos de uma grande baía. Em Swamp Thing (Monstro do Pântano) vol.2, #53 (Outubro de 1986) a geografia de Rhode Island foi a base para outro mapa de Gotham City. Os atuais mapas definitivos de Gotham City são aqueles baseado nos produzidos no arco de histórias Terra de Ninguém.

    A distância entre Gotham City e Metrópolis variou pelos anos, desde milhares de milhas até duas cidades irmãs em lados opostos de um larga baía. Blüdhaven, uma cidade que por vários anos foi a casa de Asa Noturna, é localizada próxima de Gotham City.

    Uma teoria antiga proposta por Mark Gruenwald, que depois veio a ser um editor/escritor da Marvel Comics que Gotham City é localizada em algum lugar no estado de Nova Jersey enquanto Metrópolis é vizinha próxima de Washington, D.C.

    Residentes notáveis

    Várias revistas em quadrinhos e personagens são ambientados em Gotham City. Os mais notáveis destes são Batman e Robin. Alguns dos mais proeminentes personagesn diretamente conectados ao Batman cujas aventuras ocorrem em Gotham são Asa Noturna, Caçadora, Bárbara Gordon e mais recentemente Batwoman.

    Outros personagens DC que também foram descritos vivendo em Gotham incluem Jason Blood, Ragman, Questão, Homem-Borracha, Zatara e Zatanna, Simon Dark, e Tommy Monaghan, o anti-herói Hitman. As equipes de super-heróis Seção 8 e Sociedade da Justiça da Améria tão são mostradas atuando em Gotham City.

    Dentro da continuidade do Universo DC, Batman não é o primeiro herói em Gotham. Histórias apresentando Alan Scott, o Lanterna Verde da Era de Ouro, ambientadas antes e durante a Segunda Guerra Mundial retratam Scott morando em Gotham. Adicionalmente, a Sociedade da Justiça da América e a Canário Negro da Era de Ouro foram vistas agindo em Gotham. A filha da Canário Negro, a Canário Negro da Era Moderna tem como base Gotham. Arella, uma personagem coadjuvante em Novos Titãs e mãe da Titã Ravena, é mostrada em Flashback tendo vivido em Gotham City durante a adolescência.

    Áreas notáveis, instituições e negócios

    Gotham City é um grande centro econômico dentro dos Estados Unidos do Universo Dc; suas mais importantes indústrias incluem: manufatura; náutica; finanças; belas artes, representadas por seus numerosos museus, galerias e joalherias; além de um porto comercial.

    Maior parte dos negócios baseados em Gotham City incluem sua mais famosa corporação: Wayne Enterprise, que especializou-se em vários aspectos da indústria e em pesquisa e desenvolvimento tecnológico avançados.

    Jornais notáveis em Gotham City incluem a Gazeta de Gotham. Na era de Prata dos Quadrinhos, o editor chefe do jornal Planeta Diário, Perry White, trabalhou para a Gazeta em começo de carreira.

    Esportes em Gotham

    Os Gotham Goliaths são o time de baseball da cidade (um trocadilho com o New York Giants). Os Gotham City Eagles são seus rivais como visto na série de televisão do Batman. Os Gotham Knights são o time de futebol americano local, como visto em Batman: Animated Series. Em Terra de Ninguém os Gotham Knights são mostrados como também uma equipe de baseball local. Os Gotham Gators são o time profissional de basquete da cidade.

    Asilo Arkham

    Asilo Arkham é a residência primária porém involuntária de diversos inimigos do Batman. Dennis O’Neil nomeu o asilo em homenagem aos trabalhos de H. P. Lovecraft. Por anos, artstas descreveram-no como uma instituição velha e as vezes ultrapassada, mas às vezes alguns artistas mostraram-na como uma instituição moderna. Sua aparência interna e externa mudaram com o tempo dependendo do humor e necessidade do time criativo.

    Fonte: Wikipédia em inglês


    Este post faz parte do blog Carnival Carnaval dos Quadrinhos, edição #4, hospedada no Quadrideko.
    Os participantes desta edição foram:

    Quadrideko : Themyscira, a Iha Paraíso

    Toca do Calango : A Aldeia do Asterix

    O Busilis : Sin City

    Zine Acesso : Asgard

    Reviews de Histórias em Quadrinhos : Stamford

    Rabisco : Terra Selvagem

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    Anel Energético dos Lanternas Verdes

    Eu comprei e li Crise Infinita Especial de Natal
    Essa revista é daquelas que a gente compra sem muitas pretensões, sabendo que vai ser enganado mesmo. Não exatamente enganado, vai. Mas sabendo que as histórias não vão dizer nada, e nem podem. Vão ser histórias simples, com Papai Noel, renas, neve e os heróis mais importantes e outros nem tanto assim. Bom, é isso que a gente vê nessa revista. E vendo por esse lado, ela cumpre aquilo que se dispõe a fazer.

    Quem quiser conferir a minha resenha da revista, dá uma passada no Blog de Quadrinhos e vê lá em Eu li: Crise Infinita Especial de Natal

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