
Mauricio de Sousa, Santa Isabel (SP), 27 de outubro de 1935, é um dos mais famosos cartunistas do Brasil, criador da “Turma da Mônica”.
Filho de Antônio Maurício de Sousa (poeta e barbeiro) e de Petronilha Araújo de Sousa (poetisa). Mauricio de Sousa começou a desenhar cartazes e ilustrações para rádios e jornais de Mogi das Cruzes, onde viveu. Procurou emprego em São Paulo, como desenhista, mas só conseguiu uma vaga de repórter policial na Folha da Manhã. Passou cinco anos escrevendo esse tipo de reportagem, que ilustrava com desenhos bem aceitos pelos leitores e começou a desenhar histórias em quadrinhos em 1959, quando uma história do Bidu, seu primeiro personagem foi aprovada pelo jornal.
Atualmente Bidu, que é o animal de estimação de Franjinha, participa tanto com seu dono como em historinhas em que é o astro principal, dialogando com outros cães e até com pedras(!). Bidu é o símbolo da empresa de Maurício, a Maurício de Sousa Produções.
Em 1963, Mauricio de Sousa cria junto com a jornalista Lenita Miranda de Figueiredo, Tia Lenita, a Folhinha de S.Paulo. Sua personagem Mônica foi criada neste ano. Em 1987, passou a ilustrar o recém-criado suplemento infantil d’O Estado de S. Paulo, o Estadinho, que até hoje publica tiras da Turma da Mônica.
Mauricio montou uma grande equipe de desenhistas e roteiristas e depois de algum tempo passou a desenhar somente as histórias de Horácio, o dinossauro.
Pai de dez filhos, além de criar personagens baseados em seus amigos de infância, Mauricio sempre criou personagens baseados em seus filhos, tais como: Mônica, Magali, Marina, Maria Cebolinha, Nimbus e Do Contra.
Os quadrinhos de Mauricio de Sousa têm fama internacional, tendo sido adaptados para o cinema, para a televisão e para os vídeo-games, além de terem sido licenciados para comércio em uma série de produtos com a marca dos personagens. Há inclusive o parque temático da Turma da Mônica, o Parque da Mônica, em São Paulo. Já existiu também o Parque da Mônica de Curitiba, aberto em 1998 e fechado em 2000 e o do Rio de Janeiro, fechado no início de 2005.
De 1970 — quando foi lançada a revista Mônica, com tiragem de 200 mil exemplares— a 1986, as revistas de Mauricio foram publicadas na editora Abril, porém a partir de janeiro de 1987 foram publicadas pela editora Globo, em conjunto com os estúdios Mauricio de Sousa. Após 20 anos de editora Globo, todos os títulos da Turma da Mônica passaram, a partir de janeiro de 2007, para a multinacional Panini[5], que detinha, na data, os direitos das publicações dos super-heróis da Marvel e DC Comics.
Em jornais, as tiras de Mauricio de Sousa são publicadas desde 1959.
Alguns de seus filhos que viraram personagens passaram a trabalhar com Mauricio:
* Mônica: Responsável pela divisão comercial de alimentos e produtos licenciados.
* Magali: Colabora como roteirista.
* Marina: Ajuda na criação de novas histórias.
Em 2007 Maurício de Sousa foi homenageado pela escola de samba Unidos do Peruche com o enredo “Com Mauricio de Sousa a Unidos do Peruche abre alas, abre livros, abre mentes e faz sonhar”.
Fonte: Wikipédia

Este post faz parte da edição #17 do Carnaval dos Quadrinhos das Quartas.
Confira os outros posts participantes:
Caco Galhardo no NewsErrado
Edgar Vasquez na Toca do Calango
A Wiki dos Quadrinhos surge como iniciativa do Calango.
A idéia surge com várias propostas, dentre elas servir como repositório para as idéias e materiais em geral publicados no nosso Carnaval dos Quadrinhos das Quartas. Mas não é só isso, serve para postarmos sobre Quadrinhos em geral. Muito bacana a idéia.
O site segue o modelo Wiki, de fácil edição e modificação, onde qualquer um pode fazê-lo, sem conhecimentos de html nem nada do gênero. E o melhor, qualquer um pode contribuir. Basta acessar http://quadrinhos.wiki.zoho.com/
Abraços e boas contribuições por lá.

A Sociedade da Justiça da América, ou SJA, é um grupo de super-heróis da DC Comics, o primeiro time de super-heróis das histórias em quadrinhos. Concebido pelo editor Sheldon Mayer e pelo escritor Gardner Fox, a Sociedade da Justiça da América apareceu pela primeira vez em All Star Comics #3 (1940).
Ao contrário dos times “all-stars” seguintes, a Sociedade da Justiça ficou limitada a herois ainda não apresentado em títulos próprios porque a editora queria expor seus personagens menos conhecidos. Então, Superman e Batman foram apenas membros honorários e Flash e Lanterna Verde saíram logo do time, terminando com cada personagem recebendo sua própria revista. Entretanto, uma mudança na política em 1944 permitiu-os voltar a equipe. Outros membros populares foram Espectro, Homem-Hora, Gavião Negro, Sr. Destino e Átomo.
O time era popular durante a década de 40, mas depois com a queda da popularidade dos super-heróis a série All Star Comics virou All-Star Western, em 1951, cessando as aventuras da equipe. Durante a Era de Prata, a DC reinventou vários membros populares da Sociedade da Justiça e uniu-os na Liga da Justiça da América. Porémm ao invés de considerar a Sociedade da Justiça substituída, DC revelou que a SJA existia na Terra-2 enquanto a Liga da Justiça, era da Terra-1. Isto permitiu encontros interdimensionais anuais entre os times, indo de 1963 a 1985,
Em 1985, DC reescreveu sua continuidade na maxi-série Crise nas Terras Infinitas. A série mesclou várias realidades da companhia numa única, posicionando a Sociedade da Justiça como os predecessores da Segunda Guerra Mundial para os personagens modernos da editora. Vários insucessos e tentativas controversas foram feitas, até uma nova série, entitulada JSA, foi lançada em 1999, continuando até Julho de 2006. Uma nova revista da Sociedade da Justiça da América foi lançada em Dezembro de 2006, para coincidir com a nova série da Liga da Justiça da América, também lançada em 2006.
Sociedade da Justiça na Era de Ouro dos Quadrinhos
A Sociedade da Justiça da América apareceu pela primeira vez em All-American Comics’ All Star Comics #3 (1940), durante a Era de Ouro dos Quadrinhos. A equipe incluia a princípio os personagens da National Comics Sr. Destino, Homem-Hora, Espectro e Sandman e os personagens da All-American Átomo, Flash, Lanterna Verde e Gavião Negro. Um regra interna, requeria que se um personagem recebesse seu próprio título ele deveria deixa a All Star Comics, tronando-se membro honorário da Sociedade da Justiça. Então, o Flash foi substituído por Johnny Trovoada após a edição #6; Lanterna Verde deixou a equipe pelo mesmo motivo. Isso também explica porque Superman e Batman nunca participaram da equipe, sendo sempre membros honorários. Gavião Negro é o único membro a aparecer em todas as aventuras da Sociedade da Justiça em sua primeira fase, um fato invocado seis anos depois na série da SJA enquanto o Gavião Negro temporariamente assumiu o comando da equipe. O Átomo esteve ausente em duas edições.
All Star Comics é também famosa por apresentar a primeira aparição da Mulher Maravilha, na #8 (Dezembro de 1941). Ao contrário de outros personagens que tinham seus próprios títulos, a Mulher-Maravilha foi permitido aparecer no livro, mas apenas como secretária da Sociedade da Justiça e não tomava parte ativamente da maior parte das aventuras durante muito tempo na série (um fato considerado chauvinista hoje em dia).
As primeiras aventuras da Sociedade da Justiça foram escritas por Gardner Fox e ilustradas por uma legião de artistas incluindo E. E. Hibbard, Jack Burnley, Jack Kirby e Joe Kubert. A primeira história da Sociedade da Justiça apresentando o primeiro encontro da equipe, uma sequência de cenas para cada membro contando uma história de um ponto de vista individual. Na edição seguinte, o time trabalhou junto em um caso comum, mas cada história de lá ainda mostrava membros individualmente em missões envolvendo parte do caso, e no final todos se uniam para terminar tudo.
Na All Star Comics #24, uma cisma no mundo real entre Detective Comics Inc. e All-American Publications ocorreu, fazendo com que os heróis da Detective Comics fossem removidos do título. Como resultado, Flash e Lanterna Verde retornaram ao livro. Oito meses depois, Detective Comics comprou All-American e as duas companhias se mergiram para formar a National Comics. Entretanto a formação da Sociedade da Justiça permaneceu a mesma até o fim da série.
All Star Comics e as Aventuras da Sociedade da Justiça na Era de Ouro terminaram na #57, o título tornando-se All-Star Western, sem super-heróis. Enquanto Superman, Batman e Mulher-Maravilha continuaram suas aventuras próprias, a maioria dos personagens permaneceu dormente por vários anos durante a decadência dos quadrinhos de super-heróis na primeira metade da década de 50.

Este post faz parte da edição #16 do Carnaval dos Quadrinhos das Quartas, que trata sobre Super-grupos e é uma reedição do post já publicado no Carnaval dos Quadrinhos das Quartas #8, sobre quadrinhos antigos.
Confira em breve outros posts participantes:
Quadrideko que falou sobre os Outsiders - Os Renegados
O Carnaval dos Quadrinhos das Quartas chega a sua edição #15 falando sobre Mitos.
Segundo a Wikipédia: “Um mito [do grego antigo μυθος (”mithós”)] é uma narrativa tradicional com caráter explicativo e/ou simbólico, profundamente relacionado com uma dada cultura e/ou religião. O mito procura explicar os principais acontecimentos da vida, os fenômenos naturais, as origens do Mundo e do Homem por meio de deuses, semi-deuses e heróis (todas elas são criaturas sobrenaturais). Pode-se dizer que o mito é uma primeira tentativa de explicar a realidade.”
Eis que o Carnaval dos Quadrinhos das Quartas entra no assunto e trata sobre Deuses, Heróis mitológicos, anjos e demônios dentro do Universo das histórias em Quadrinhos.
Os posts participantes até o momento são:
The Centurions e os Anjos
Hiroshi e os Deuses da Magia ! Shazam!
Shazam é um personagem de histórias em quadrinhos criado por Bill Parker e C. C. Beck para a Fawcett Comics. Ele é um mago ancião (Whiz Comics #2 mostra sua idade como 3.000 anos) que dá ao jovem Billy Batson o poder de transformar-se no super-herói Capitão Marvel. Como a DC Comics publicava as aventuras do Capitão Marvel sob o título de Shazam desde 1973, é um erro comum o super-heróis ser chamado pelo nome de seu mentor.
Shazam é um acrônimo de divindades e heróis greco-romanos, representando, estes deuses dão aos seus protegidos os seguintes atributos:
Salomão e sua sabedoria.
Hércules e sua força.
Atlas e sua resistêcia.
Zeus e seu poder.
Aquiles e sua coragem.
Mercúrio e sua velocidade.
Assim quando o menino Billy Batson evoca o nome do Mago Shazam, está evocando os poderes destes deuses.
Em uma história publicada na revista World’s Finest Comics #262 a origem do Mago Shazam é melhor explicada, segundo essa história, Shazam era um jovem pastor há 5000 anos atrás, e devido a um pacto com deuses hoje já esquecidos, ganhava incríveis poderes ao evocar a palavram Vlarem ( um anagrama da palavra Marvel). A essa época Shazam era conhecido apenas como o “Campeão”.
Vlarem representa os seguintes deuses:
Voldar e sua força.
Lumian e sua sabedoria.
Arel e sua velocidade.
Ribalvei e seu poder.
Elbiam e sua coragem.
Marzosh e sua resistência.
Em algum momento, Shazam fora seduzido por uma demônia em forma de uma sedutora mulher, dando origem a dois meio-demônios Blaze e Satanus, para desgosto dos Deuses. Shazam posteriormente cria a Pedra da Eternidade, usando de duas formações rochosas, uma do Céu e a outra do Inferno, lá aprisionou as “Três Faces do Mal”, um demônio em forma de dragão.
Séculos depois, o Campeão, agora sob o nome de Shazam sente a necessidade de passar seus poderes a um sucessor. Ele escolhe Teth-Adam, filho do Faraó para receber os poderes e tornar-se o Poderoso Adam, dizendo a palavra “SHAZAM”, que obtém os poderes dos seguintes deuses:
Resistência de Shu.
Velocidade de Heru.
Força de Amon.
Sabedoria de Zehuti.
Poder de Aton.
Coragem de Mehen.
Como sua mae fizera, Blaze seduz Adam, convencendo-o a matar o farao e dominar o Imperio. Um furioso Shazam retira os poderes de Teth-Adam, depositando-o num escaravelho feito de joias. Isso fez com que Adam retorna-se a sua idade original de centenas de anos, matando-o instantaneamente. Uma reencarnacao de Teth Adam, chamada Theo Adam roubaria o escaravelho seculos depois e usaria o poder de Shazam para tornar-se o Adao Negro.
Na época da Segunda Guerra Mundial, o Mago Shazam chegou a Fawcett City, seguindo os rastros de maldade de sua filha Blaze. Neste ponto de tempo, cogitou em tomar um novo sucessor, mas desistiu, visto a grande quantidade de heróis ativos em Fawcett neste tempo. Em 1955, um bandido acerta Shazam com uma barra de ferro, causando-lhe amnésia.
No tempo presente, Adão Negro reencarnou como Theo Adam, e junto com Charles Clarence Batson e sua esposa Marylin, encontrou a tumba do mago Shazam em Abu-Simbel, o Vale dos Reis. Relembrando fatos de sua encarnação passada, Theo Adam matou C.C. Batson e Marylin para ficar com o escaravelho descoberto na escavação, deixando órfão a Billy Batson, que se tornaria o segundo campeão do Mago SHAZAM, Capitão Marvel. Quando Billy se tornou Capitão, seu primeiro feito foi salvar a Rádio WHIZ duma explosão armada por Theo Adam. Entrementes, Theo Adam, de posse do escaravelho, exclamou “Shazam” e se tornou novamente Adão Negro, relembrando sua vida passada totalmente.
Durante a saga Crise Infinita o Mago Shazam perece em batalha ao enfrentar o Espectro, que sem hospedeiro é influenciado por Eclipso a travar um série de batalhas contra os seres mágicos do universo. Assim, Billy Batson assume definitivamente seu lugar na Pedra da Eternidade.

Apos a morte do mago Shazam, durante a mini-serie Desafios de Shazam, o posto do Mago Shazam foi ocupado por Billy Batson, o Marvel, sendo assim, alguem precisava ocupar a posicao de combatente dos Deuses da Magia, para isso, o Freddy Freeman, o Capitao Marvel Jr. tem que passar por alguns desafios para provar-se digno dos poderes de Shazam. Apos varios testes e uma batalha mortal com Sabina, Freeman mostra-se digno dos poderes, tornando-se o novo Shazam.

Este post, retratando Shazam e os deuses da magia DC faz parte da #15 edicao do Carnaval dos Quadrinhos das Quartas, hospedada no Quadrideko, que trata de Mitos.
Confira os outros posts participantes.

Holy Avenger foi a série de quadrinhos brasileira no gênero aventura de maior longevidade no país. Criação de Marcelo Cassaro, Rogério Saladino e J.M. Trevisan, e ilustrada por Érica Awano, Holy Avenger atingiu 42 edições publicadas mensalmente ao longo de pouco mais de três anos, tendo gerado também diversas edições especiais relacionadas ao seu universo.
Como todo mangá, estilo de história em quadrinhos no qual se inspirou, possui um começo, um meio e um fim, portanto limitada a um número de edições. A série é baseada no cenário de Role Playing Game Tormenta e conta a saga de Sandro Galtran, um aspirante a ladrão, no mundo de Arton, uma terra de fantasia medieval com elfos, anões, deuses e artefatos mágicos.
Há várias referências a animes em seus exemplares. Das músicas temas de animes sendo cantadas pelos personagens (especificamente a maga elfa Niele, que faz constantes referências a Pokémon, durante a série, as vezes confundindo a personagem principal Lisandra) a personagens de anime escondidos na multidão.
O sucesso da série pode ser visto em seus spin-offs, que incluem edições especiais para cada um dos personagens principais, um CD de audio, um livro de RPG baseado nos eventos da série e uma segunda edição com novas capas e mais páginas por revista.
O nome Holy Avenger foi dado a série porque é referência a um famoso item mágico de D&D e a um dos personagens principais, o Paladino. Um nome em português teria gênero específico “Vingador Sagrado” (Paladino) ou “Vingadora Sagrada” (a espada).
A história gira em torno de uma garota de 19 anos, Lisandra, uma druida, que foi criada com animais na Ilha de Galrasia. Ela começa tendo sonho com o Paladino, um herói que desapareceu misteriosamente anos atrás. Este paladino tem em sua armadrua os Rubis da Virtude, vinte gemas mágicas forjadas por cada um dos 20 deuses mais poderosos do Panteão de Arton. As gemas foram espalhadas pelo mundo inteiro após o desaparecimento do Paladino, e, de acordo com os sonhos de Lisandra, é missão dela achá-las para reviver o Paladino.
A principio, com seu lobo das cavernas, ela descobre que um dos rubis está em posse de um homem que foi amaldiçoado na fomra de dragão. Impossibilitada de lutar com o dragão sozinha, ela começa a jornada para encontrar o grande ladrão Galtran, e então viaja para a cidade de Valkaria. Esta é a primeira vez que ela deixa a Ilha, e ela não conhece nenhum outro humano. Então, na cidade, seu “primo” lobo chama a atenção da guarda da cidade. Ela explica que ele não representa pergio e ela está apenas procurando por Galtran. Os guardas dizem que está todo mundo procurando por ele.Quando ela diz que ela quer se juntar a ele, eles falam para ela acompanhá-lo. O lobo ataca um dos guardas para protegê-la e o mata. Por querer se unir a um ladrão e sendo responsável pela morte de um guarada da cidade, ela é presa. na mesma noite, Sandro Galtran (filho do grande ladrão Leon Glatran) vai resgatar Lisandra na masmorra do palácio. Depois de fugir, eles vão atrás do rubi. A busca pelos rubis gerou uma série de histórias e flashbacks para eventos do passado de Arton.
Vários dos elementos da história foram baseados no jogo de RPG Dungeons & Dragons, bem como magias, classes de personagens e a maneira como a magia é evocada.
Este post participa da edição #14 do Carnaval dos Quadrinhos das Quartas, hospedada no Reviews de Histórias em Quadrinhos.
Confira os outros posts participantes:
O The Centurions fala sobre Mangás de samurais
OReviews de Histórias em Quadrinhos fala sobre Video Girl Ai.
O Não diga nada participa com o Lobo Solitário
O Zine Acesso divaga sobre Dragon Ball
O Cibertronn destrincha Full Metal Alchemist.
Os mutantes da Marvel têm os poderes mais variados possíveis, desde rajadas de calor até controle psíquico, passando por superforça, fator de cura, garras que saem das mãos e controle da natureza. Como esta semana, o Carnaval dos Quadrinhos das Quartas fala sobre Azar e Sorte, resolvi falar sobre os poderes mutantes de alteração das probabilidades, um nome bonito para o dom da sorte.
“Sorte é um quase-sinônimo de destino, com a principal diferença de admitir uma divisão entre “boa sorte” e “má sorte” (quando se fala em destino, essa divisão é inadmissível). No entanto, imaginar que existe uma sorte é algo que exige admitir a idéia de predestinação, ou seja, de que algo ocorreu por fatalidade, programação ou desígnio imposto por forças maiores, sejam estas cosmogônicas, metafísicas ou teológicas.” Wikipédia
Mas o que isso tem a ver com quadrinhos e além do mais, com mutantes?
Determinados personagens dentro do Universo Marvel possuem a mutação que os torna capazes de alterar os campos da probabilidade a seu favor, dentre eles, Longshot, Dominó, Feiticeira Escarlate e a Gata Negra.
Longshot fazia parte do espetáculo do Mojo em seu mundo. Ele era caçado e torturado, mas graças as sua habilidades de alterar a probabilidade a seu favor ele sempre escapava com vida. Sua maior perseguidora era Espiral.
Quando os X-Men foram para sua realidade e escaparam, Longshot veio junto para poder conhecer a Terra-616 e escapar da sua fria e dura realidade. Ele entrou para os X-Men e permaneceu durante algum tempo.
Seu filho, Shatterstar, permaneceu quando ele voltou e se uniu a X-Force. Longshot voltou para enfrentar Mojo e acabar com seu programa. Ele apareceu de novo quando os X-Men voltaram para lá como bebês e viraram os X-Babies.
Dominó (Neena Thurman), conhecida como a melhor membro da X-Force do ramo dos X-Men. Criado pelo escritor Fabian Nicieza e pelo artísta/co-escritor Rob Liefeld , ela primeiramente apareceu inteiramente em X-Force #11 (junho 1992) mas já havia aparecido em Novos Mutantes #98. As vezes ela atua como heroína ou como mercenária. Além de alterar a probabilidade é perita em lutas.

A Gata Negra, personagem das histórias do Homem-Aranha tem o poder mutante latente de alterar as probabilidades, trazendo azar para seu inimigo, como efeito colateral, traz azar também para aqueles que estão a sua volta.

Feiticeira Escarlate, cujo nome verdadeiro é Wanda Django Maximoff, é uma mutante de olhos verdes e cabelos ruivos, algumas vezes seus cabelos são pretos. Seus poderes são a magia e manipulação da probabilidades. Como vilã, pertenceu ao grupo Irmandade de Mutantes, liderado por seu pai Magneto. Depois que se regenerou, entrou para os Vingadores onde permaneceu como membro regular até pouco tempo. Enlouqueceu, atacou a equipe, provocando seu fim. Foi a saga Vingadores: A Queda. Seu pai, Magneto, a rapta e a leva para Genosha, para que o professor Charles Xavier pudesse tentar curá-la. Esse foi o inicio da saga “Dinastia M”. Ao final da saga ela aparentemente está vivendo na Europa Oriental, sem poderes e sem consciência de seu passado. Atualmente é considerada uma mutante nível Omega.
Este post faz parte do Carnaval dos Quadrinhos das Quartas #13, Sorte e Azar, hospedado no Rabisco. Confira outros posts participantes:
- Quadrideko, Mortadelo e Salaminho
- O Busilis, Ruínas
- Toca do Calango, Ser herói dá azar
O Carnaval dos Quadrinhos das Quartas ocorrera no dia 19 de Março, mas como equívocos acontecem o post do Zine Acesso não fora publicado, sendo publicado hoje. E aproveitando o momento parabenizamos o Zine Acesso pelo seu primeiro aniversário online.
Confira agora um trecho do post sobre a Mulher-Maravilha, a maior super-heroína dos Quadrinhos.
A Mulher-Maravilha (Wonder Woman, no original em inglês) é uma personagem do universo de super-heróis da editora DC Comics. Criada por William Moulton Marston, ela é provavelmente a mais conhecida e famosa super-heroína do mundo, fazendo sua estréia nas páginas de All-Star Comics #8 em dezembro de 1941, três anos e meio após a primeira aparição do Superman. Ela também ostenta o título de ser a primeira super-heroína da DC Comics (e provavelmente de todos os quadrinhos, já que até então as mulheres eram representadas apenas como interesses amorosos ou coadjuvantes dos super-heróis).

Confira o post na íntegra no Zine Acesso, e dêem parabéns a eles.
Não esqueçam o Carnaval dos Quadrinhos das Quartas #13 é quarta-feira que vem, no Rabisco. O tema é Sorte e Azar nos Quadrinhos, ou algo do gênero. Participem.
Canário Negro é uma super-heroina da DC Comics. Criada por Robert Kanigher e Carmine Infantino, a Canário Negro original apareceu pela primeira vez na revista Flash Comics #86.
A personagem é conhecida pelas suas grandes habilidades marciais, além do Grito do Canário, um poderoso grito sônico capaz de estilhaçar objetos. Na primeira geração de super-heróis, Canário Negro foi membro da Sociedade da Justiça da América
Nos anos 80, a história da personagem foi reescrita, fazendo duas personagens, Dinah Drake Lance e Dinah Laurel Lance, mãe e filha, a primeira, membro da Sociedade da Justiça da América e a segunda, anos depois, fundadora da Liga da Justiça da América.
A Canário Negro original apareceu pela primeira vez em Flash Comics #86, em 1947, como um personagem de apoio do Johnny Trovoada. Inicialmente aparentava ser uma vilã; Johnny Trovoada apaixonou-se a primeira vista e foi repreendido por seu companheiro Relâmpago. Entretanto, ela estava se infiltrando em uma gangue, um modus operandi que adotou várias outras vezes durante sua carreira de combate ao crime.
Canário Negro provou ser popular o bastante em Flash Comics #92, onde recebeu sua própria história, substituindo a de Johnny Thunder. A nova série esclareceu a história de Canário Negro; em sua identidade real, Dinah Drake é uma florista de cabelos negros que se interessa romanticamente por Larry Lance, um detetive do Departamento de Polícia de Gotham City. Seu uniforme incluia peruca loira, meias arrastão, botas de pirata, colante preto e uma jaqueta, nunca abotoada. Já usou máscara, mas a abandonou rapidamente.
Canário Negro rapidamente entrou para a Sociedade da Justiça da América, mas deixou de ser publicada juntamente com o resto do time, no começo dos anos 50.
A Canário Negro voltou a aparecer, assim como outros personagens, durante os anos 60, e foi mostrada existindo no mundo paralelo de Terra-2.
É também revelado que Dinah casou-se com Larry Lance durante os anos 50. Dinah também tomou parte em várias reuniões anuais entre a Liga da Justiça da América, da Terra-1, e a Sociedade da Justiça da América.
Em 1969, num encontro entre a LJA e a SJA, a estrela consciente Aquarius mata Larry Lance, quando este tenta salvar Dinah de um ataque. Assim, Dinah decide abandonar a Terra-2 e mudar-se para a Terra-1, recomeçando sua vida. Na Terra-1, Dinah acaba ingressando na LJA, o que resultou em seu envolvimento com o Arqueiro Verde. Outra novidade, foi a descoberta de seu grito supersônico, conhecido como Grito do Canário.
Em Justice League of America #219-220, é revelado, via retcon, que Canário Negro era, na verdade, filha da Canário Negro original com Larry Lance, a criança desenvolveu o Grito do Canário, dado por um inimigo da SJA, o Mago. O Grito mostrou-se incontrolável e altamente destruidor. Diante esse problema, Dinah pediu a Johnny Trovoada que invocasse seu gênio para que a curasse, mas não foi possível. Assim, Relâmpago manteve a menina em animação suspensa na quinta dimensão. Vendo o sofrimento de seus amigos, Relâmpago apagou a memória dos três, fazendo com que os pais achassem que a filha morrera de alguma forma. Depois da batalha com Aquarius, Dinah descobriu que estava morrendo devido a exposição de radiação da estrela. Assim, ela, Relâmpago e Superman da Terra-1 decidiram transferir as memórias da mãe para a filha, que apesar da animação suspensa, continuou crescendo. O retcon foi escrito para explicar o fato de, originalmente, Dinah ser muito mais velha que seus outros companheiros de LJA.
Como um ajuste a esse retcon e resultado da Crise nas Infinitas Terras, a Canário Negro pós-crise, tornou-se duas personagens diferentes, Dinah Drake Lance e Dinah Laurel Lance.
Na pós-crise, Dinah I casou-se com Larry. Alguns anos depois, tiveram uma filha, Dinah Laurel Lance. A garota cresceu rodeada de super-heróis da SJA e assim, desenvolveu o desejo de seguir a carreira da mãe, apesar da desaprovação desta. Dinah, entretanto, nasceu com algo que a mãe dela nunca teve: um poderoso grito sônico, capaz de estilhaçar objetos. Este poder, provém do meta-gene que Dinah possuia. Acredita-se que esse meta-gene seja resultante de toda exposição de energias místicas que sua mãe esteve exposta durante estes anos de SJA.
A partir de então, Dinah passou a procurar vários treinadores para treiná-la, dentre estes Ted Grant, o Pantera. Os anos de treinamento fizeram com que Dinah assumisse o manto de heroína, tornando-se a segunda Canário Negro.

A segunda Canário Negro foi membro fundadora da LJA pós-Crise (substituindo a Mulher Maravilha nas aparições Era de Prata). Pouco tempo depois que a Liga foi criado, conheceu o Arqueiro Verde, com quem teve um relacionamento.
A Canário Negro II, fez parte durante algum tempo da Sociedade da Justiça e da equipe Aves de Rapina, sendo assim, uma das poucas heroínas a ter participado da LJA e SJA, as duas maiores equipes da DC Comics.

Este post faz parte da Edição #12 do Carnaval dos Quadrinhos das Quartas.
Confira também:
Jenny Sparks no O Busilis
Sonja no Cibertron
Zatanna no Reviews de Histórias em Quadrinhos.
Poderosa no Quadrideko.
Em 15 dias, o CQQ #13, no Rabisco.

Huguinho, Zezinho e Luisinho são sobrinhos do Pato Donald, filhos de sua irmã gêmea, Dumbela Duck, que os deixou sob seus cuidados e nunca mais foi vê-los.
Huguinho, Zezinho e Luisinho, ou Huey, Dewey e Louie, no original, são três patos que aparecem nos quadrinhos e desenhos animados da Walt Disney. Trigêmeos idênticos, os três são sobrinhos do Pato Donald. Huguinho, Zezinho e Luisinho foram criados por Ted Osborne e Al Taliaferro, aparecendo pela primeira vez em uma tira em quadrinhos de jornal, em 17 de Outubro de 1937.
Em algumas ocasiões, um quarto sobrinho aparecia, devido a um engano do artista. Ele foi chamado de “Phooey Duck” pelo editor de quadrinhos da Disney Bob Foster.
Os Quadrinhos da Disney, foram minha primeira leitura assídua, a primeira em quadrinhos, com certeza. Deixei de lê-los lá pelos 11 anos, num dia em que fui numa banca, não encontrei nenhuma revista da Disney que não tivesse lido, e acabei experimentando Superman, acabei gostando, e parti para outro tipo de histórias, e aos poucos fui deixando meus companheiros da Disney. Mas nunca deixei de admirá-los, curtir algumas histórias mais antigas que ainda tenho guardadas.
Dos personagens Disney, os irmãos Huguinho, Zezinho e Luisinho são tipos interessantes, sempre prontos para ajudar seus tios Patinhas e Donald em novas aventuras.
Huguinho, Zezinho e Luisinho são filhos da irmã do Pato Donald; em Donald’s Nephews (Os sobrinhos do Pato Donald), a irmã de Donald é chamada de Dumbella, mas nos quadrinhos, seu nome é Della Thelma Duck. No desenho original, eles são enviados para visitar Donald por um único dia; nos quadrinhos, os três ficariam com Donald até o pai deles voltar do hospital. Tanto nos quadrinhos como nas animações, os pais dos patinhos nunca mais são referidos, com os garotos vivendo permanentemente com Donald, em Patópolis.

Huguinho, Zezinho e Luisinho são muitas vezes diferenciados pelas cores de suas roupas e bonés: Em DuckTales e Quack Pack, Huguinho veste vermelho, Zezinho, azul e Luisinho verde. Nos quadrinhos, às vezes Huguinho vestiu azul, Zezinho verde e Luisinho vermelho. Geralmente as cores são aleatórias e em alguns casos os sobrinhos vestiam amarelo, ou laranja.
Baseado em: Wikipédia em inglês

Este post faz parte da edição #11 do Carnaval dos Quadrinhos das Quartas, publicada no Não Diga Nada.
Esta edição fala sobre personagens coadjuvantes, ou de segundo escalão, mas que não deixem de ser interessantes. Confira os outros participantes.
O Falcão no Toca do Calango.
Gavião Negro no Quadrideko
Besouro Azul, Ted Kord por Reviews de Histórias em Quadrinhos.
Rick Jones no Zine Acesso.





