
Eu sou a Lenda é um filme de horror ficção-científica pós-apocalíptico dirigido por Francis Lawrence e estrelada por Will Smith. Smith interpreta o virologista Robert Neville, que pensa ser o último homem da Terra não afetado por um vírus feito pelo homem. Ele trabalha para criar a cura enquanto vive em uma cidade infestada de mutantes vítimas da praga. Eu sou a Lenda é a terceira adaptação do livro I Am Legend, de 1954, escrito por Richard Matheson, sendo a primeira adaptação Mortos que matam, de 1964 (The Last Man on Earth) e A última esperança da Terra (The Omega Man), de 1971.
Warner Bros. Pictures começou a desenvolver Eu sou a Lenda em 1994, e vários atores e diretores foram designados para o projeto, enquanto a produção era adiada por questões orçamentárias relacionadas ao roteiro. A produção começou em 2006 em Nova Iorque, filmando principalmente em locação na cidade, incluindo uma cena de $5 milhões na Ponte do Brooklyn, a mais cara cena filmada em todos os tempos na cidade. Warner Bros. lançou um história em quadrinhos tie-in e um jogo multiplayer online no Second Life, como parte da campanha de marketing. Eu sou a Lenda foi lançado em 14 de Dezembro de 2007 nos Estados Unidos. Foi a maior renda de um filme em seu primeiro final de semana durante Dezembro.
Sinopse (contém spoilers)
Depois do surgimento de um vírus letal em 2009, o virologista das Forças Armadas Americanas coronel Robert Neville é o último homem não infectado na cidade de Nova Iorque e provavelmente no mundo inteiro.

Em 2012, uma série de flaskbacks e programos de notícias gravados em 2009 revelam que um vírus do sarampo geneticamente modificado, criado originalmente como cura para o câncer, sofreu uma mutação em uma variedade letal que rapidamente infectou humanos e animais. Ao final do ano, 90% da população humana estava morta. 9% estava infectada, mas não morta. Esses sobreviventes degeneraram em um estado primitivo de agressividade e começaram a reagir dolorosamente aos raios ultravioleta, forçando-os a esconderem-se em construções e outros lugares escuros durante o dia. Menos de 1% permaneceu completamente imune ao vírus, mas foram caçados e mortos pelos infectados até, 3 anos após a epidemia, Robert Neville acredita ser o último humano no Mundo.
A rotina diária de Neville inclui experimentos para achar a cura para o vírus e viagens por uma Manhattan sem humanos para caçar comida e suprimentos. Ele também espera cada dia por uma resposta para suas contínuas mensagens de rádio, que instruem qualquer sobrevivente não-infectado a encontrá-lo ao meio-dia na South Street Seaport. Flashbacks revelam que sua esposa e filho morreram em um acidente de helicóptero durante uma evacuação caótica de Manhattan, devido a quarente da Ilha em 2009. O isolamento de Neville é quebrada apenas pela sua cadela de estimação Samantha, interação com manequins de uma loja de vídeos, e notícias e programas velhos gravados.
Neville parece conseguir uma tratamento promissor derivado de seu próprio sangue, então ele arma uma armadilha e captura uma mulher infectada, enquando um homem infectado assiste das sombras à cena. De volta ao laboratório, Neville trata a humana infectada sem sucesso. Pouco depois, ele é capturado com uma armadilha similar a que ele usou. Depois de algum tempo, Neville escapa, já é escuro e ele é atacado por cachorros infectados, um deles morde Samantha ( que diferentemente de Neville é imune somente ao contágio pelo vírus no ar, ainda sendo infectada pelo contato com o vírus). Quando ela começa a mostrar sintomas da infecção Neville mata-a. A noite ele vai e ataca um grupo de infectado. Ele se encontra próximo da morte, mas é resgatado por um casal de sobreviventes imunes, Anna (a brasileira Alice Braga) e um jovem garato chamado Ethan (Charlie Tahan), que viajaram desde Maryland depois de ouvirem um de seus chamados via rádio. Eles levam Neville ferido até sua casa, onde Anna explica que eles sobreviveram a epidemia a bordo de navio de evacuação da Cruz Vermelha de São Paulo e estão seguindo seu caminho para um possível campo de sobreviventes em Bethel, Bermont.
Neville mais uma vez tenta administrar uma cura em potencial para a mulher infectada em seu laboratório, mas na noite seguinte, um grupo de infectados, que seguiu Anna e Neville ataca a casa.
No final, a cura é descoberta, não sem um final trágico, e o reconhecimento de Robert Neville como a Lenda, aquele que permitiu que a humanidade sobrevivesse e se reconstruisse.

O filme difere substancialmente do livro original, desde a origem da epidemia, que no livro apresenta grandes semelhanças com o vampirismo, sendo que no filme, apenas a sensibilidade à luz solar e a atração ao sangue são mostradas.
Eu sou a Lenda estréia dia 18 de Janeiro no Brasil.
Fonte: Wikipedia
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