Pixel Magazine #10 significa várias coisas para esse blogueiro. Além de uma revista interessante, é minha volta a postagem de reviews.
Certa vez, um blogueiro camarada meu, disse que uma das principais qualidades do meu blog eram os reviews. Eis que eu, que já tinha um blog com poucas qualidades, fiquei um bom tempo sem postar os tais reviews.
E eu concordo mesmo com o tal do cara. Os reviews eram minha receita do sucesso. Mesmo que eu não saiba tudo de quadrinhos, os rabiscos que eu dava eram interessantes para alguém. E eu parei, por vários motivos. Estive trabalhando muito, e acabou que não consegui manter o padrão de dois blogs, então acabei prejudicando o específico de quadrinhos.
Comecei a me comprometer com outras coisas, inclusive escrever reviews em um site sobre quadrinhos. Acontece que lá, eu não tenho a mesma liberdade que eu tenho aqui. Existe, mesmo que com muita autonomia, uma espécie de pontos que eu tenho que analisar, roteiro, desenhos, atribuir notas. E no final, eu acho um tanto quanto massivo e pouco estimulante, e acabo escrevendo somente em momentos de muita inspiração. Já no blog, eu tenho total liberdade e acabo escrevendo do modo que me der na telha, falando o que der vontade, sobre o que der vontade. E acho que esse meu modo de escrever deve agradar de alguma forma esse meu camarada e alguns outros leitores.
Sendo assim, estou retomando os reviews, mas dessa vez, preferi postar no meu outro blog, totalmente voltado para Quadrinhos. o Blog de Quadrinhos. Caso se interessem, eis o link para o Eu li da Pixel Magazine #10
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A Playboy norte-americana de fevereiro de 2008 traz na capa a modelo Tiffany Fallon nua, apenas de botas, com o uniforme de Mulher-Maravilha pintado no corpo.
O fato criou polêmica nos meios especializados na internet, onde fãs de quadrinhos, DCnautas, fãs da Amazona e feministas em geral discutem a exploração da imagem da heroína.
A polêmica gira em torno do texto publicado na Playboy, o qual, para ilustrar o assunto da capa, Sexo na América, Fallon é comparada a Lynda Carter, Mulher-Maravilha do seriado da televisão, moderna, símbolo da Verdade, Justiça, beleza e sensualidade americana.
Carter, que também era modelo, era vista como uma mulher feminista, moderna e serviu de exemplo para milhares de garotas. No seriado, a atitude independente, idealista e positiva da personagem serviu para influênciar o comportamento de muitas mulheres.
Acontece que Tiffany Fallon não possui em seu histórico conhecido nenhuma doação a caridade, evento beneficente, nem nada que lhe possa valer o título de símbolo de Verdade e Justiça, o que acaba sendo um ultraje compará-la com Lynda Carter.
Sendo assim, isso virou assunto da moda em diversos blogs, sites e fóruns especializados, por toda a internet norte-americana.
A Playboy é uma revista que vive há mais de meio século a custas da imagem érotica sobre as mulheres. E eles sabem trabalhar com os fetiches dos homens como ninguém.
A Playboy pegou pesado, mas o assunto também foi exageradamente tratado pelos fãs.

Mas, a Mulher-Maravilha é um símbolo norte-americano, e os americanos levam muito a sério seus simbolismos de patriotismo e tudo mais.
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Eu comprei e li Crise Infinita Especial de Natal
Essa revista é daquelas que a gente compra sem muitas pretensões, sabendo que vai ser enganado mesmo. Não exatamente enganado, vai. Mas sabendo que as histórias não vão dizer nada, e nem podem. Vão ser histórias simples, com Papai Noel, renas, neve e os heróis mais importantes e outros nem tanto assim. Bom, é isso que a gente vê nessa revista. E vendo por esse lado, ela cumpre aquilo que se dispõe a fazer.
Quem quiser conferir a minha resenha da revista, dá uma passada no Blog de Quadrinhos e vê lá em Eu li: Crise Infinita Especial de Natal
Lancei um novo blog. Blog de Quadrinhos. Este novo blog vai falar exclusivamente sobre Quadrinhos, pois eu vinha falando muito sobre Quadrinhos por aqui e comecei a achar que esse assunto merecia um lugar próprio. Vou continuar a falar de Quadrinhos por aqui, mas vou deixar o outro para falar mais detidamente sobre o assunto. Abraços e apareçam por lá.
Originalmente publicado como mini-série em 2 edições (Guy Gardner: Collateral Damage).
Roteiro e Arte: Howard Chaykin
Cores: Michelle Madsen
Editor original: Joey Cavalieri
Tradução: Fernando Bertacchini
Letras: Denise Araújo
Editor: Levi Trindade
Guy Gardner: O Pacificador mostra uma história do Lanterna Verde mais sarcástico, machista, iráscivel, debochado e sem-noção de todos os 3600 setores, sendo convocado para mediar (?) um acordo de paz (?) entre Rann e Thanagar.
A história começa bem, mostrando todo um pano de fundo para aqueles pouco habituados ao Universo dos Lanternas Verdes e aos últimos eventos. Uma explicação sobre quem são os Guardiões, Kilowog, Hal Jordan e Guy Gardner, além de mostrar como a Guerra entre Rann e Thanagar afeta o restante do Universo.
Depois disso, o enredo é fraco, mostrando G’Nort convocando Guy como mediador em um acordo de paz tratado entre uma cadete (?) ranniana e uma major (?) Thanagariana. É no mínimo um pouco estranho pensar sobre qual a autoridade que elas teriam para tratar assunto de tamanha importância. As coisas não saem exatamente como esperado, com Guy sendo caçado por Tormocks, uma raça alienígena que pretende acabar com todos os Vuldarianos, raça da qual Gardner descende. Tudo entremeado, por piadas infantis e cantadas pra cima das duas envolvidas.
A arte é fraca, a história é ruim. Se não fosse uma história com Guy Gardner, nem valia a pena… Sendo com ele, ainda fico na dúvida se vale. Gostei pelo personagem, não pela história.
Roteiro: Nota 3
Arte: Nota 5
Capas: Nota 7 (Gostei das Capas)
Como um todo: Nota 4






