Exterminador do Futuro: A Salvação

June 7, 2009 in Cinema, Uncategorized by hiroshi


Exterminador do Futuro: A Salvação é divertido. Isso mesmo, e só isso, afinal o que podemos esperar de um diretor cujos principais trabalhos são clipes e as Panteras.

O filme começa bem, com uma sequência de cenas fantástica, de uma missão liderada por John Connor. Muita ação, efeitos especiais, praticamente perfeito.

Christian Bale, Exterminador do Futuro

Christian Bale continua sendo um protagonista coadjuvante, depois de ser o coadjuvante no filme do Coringa, agora ele é o profetizado Messias Salvador num filme sobre Marcus, um personagem com poucas coisas claras sobre ele, ele mesmo conhece pouco sobre si.
Se o protagonista é coadjuvante, os coadjuvantes são figurantes. Tirando Kyle Reese (Anton Yelchin) e Williams(Moon Bloodgood), o resto é tudo composição de cenário, sem profundidade alguma.

Moon Bloodgood

Moon Bloodgood

As máquinas ainda não venceram a Guerra porque as máquinas não pensam… São MUITO BURRAS… Tá a tal da frequência que inibe as máquinas era uma armadilha pros humanos… Ok…
Mas permitir que os caras se comuniquem por rádio?
Ok. Kyle Reese e John Connor não podem morrer, né? A gente sabe… Os dois eram os primeiros da lista de exterminação das máquinas. Porque as máquinas capturaram Reese em vez de matá-lo? Porque jogam Connor pra longe em vez de estourar os miolos dele?

Tem umas sequências mal feitas, a história pula e ficam umas brechas sem sentido. O lance da nudez da Moon Bloodgood na chuva que foi cortado e deixa um buraco na história.

Connor, na Skynet, enfrenta o T-800, um Schwarzenegger muito mal-feito, usando o rosto digitalizado do Governador.

Uma meia dúzia de frases soltas que relembram os filmes anteriores: I’ll be back, e “Venha comigo se quiser viver”.

Joga tudo isso na panela, misture bem. Se você quiser ação e diversão sem pensar em coisas mais complexas, pronto, você tem diversão para sua noite de sábado.

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