Pixel Magazine #11: Eu li

Pixel Magazine #11
Pixel Magazine #11 é uma edição primorosa, a começar pela capa fabulosa e conteúdo que não fica para trás.

Planetary
mostra simplesmente a origem do Baterista. A história se passa antes do Baterista ser recrutado e mostra Elijah, Chase e Jakita resgatando-o. Elijah, Chase e Jakita dão cabo de piratas de computador tentando usar uma tecnologia nova chamada “Internet” para seus planos nefastos. Estes piratas usam jovens prodigios que são forçados a usar seus talentos neste projeto. Dentre estes jovens um moleque que não larga de suas baquetas.

Hellblazer mostra a última história de John Constantine na cadeia. Nessa história é inclusive revelado o motivo de Constantine ter ido parar atrás das grades.

Promethea
tem uma edição onde o hospital em que Sophie Bangs está é invadido por monstros, deuses e outros seres “imaginários”, que querem acabar com Promethea.


DMZ
tem mais um arco encerrado, em Na Cidade, Math Roth começa a se acostumar com o novo modo de vida numa Manhattan devastada.

Pixel Magazine para mim, cada vez mais consolida o título de melhor mix do Brasil. Tirando Promethea, que é muito boa, mas não me agrada tanto, as outras histórias de Pixel Magazine são fantásticas.

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3 Responses to “Pixel Magazine #11: Eu li”

  1. Luwig says:

    Só não gosto dos “penetras”…

    Esse mês por exemplo, tem uma história do ‘Monstro do Pântano’ em vez de ‘DMZ’.

    Talvez deixe passar essa porque, salvo me engano, o lápis é de Richard Corben.

  2. hiroshi says:

    A de Março, Monstro do Pântano… para dar um “descanso” para DMZ… Se arrumassem histórias fixas, sem esse “revezamento”, melhor…

  3. Mal posso esperar pelo novo mix da Pixel

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