A Playboy norte-americana de fevereiro de 2008 traz na capa a modelo Tiffany Fallon nua, apenas de botas, com o uniforme de Mulher-Maravilha pintado no corpo.
O fato criou polêmica nos meios especializados na internet, onde fãs de quadrinhos, DCnautas, fãs da Amazona e feministas em geral discutem a exploração da imagem da heroína.
A polêmica gira em torno do texto publicado na Playboy, o qual, para ilustrar o assunto da capa, Sexo na América, Fallon é comparada a Lynda Carter, Mulher-Maravilha do seriado da televisão, moderna, símbolo da Verdade, Justiça, beleza e sensualidade americana.
Carter, que também era modelo, era vista como uma mulher feminista, moderna e serviu de exemplo para milhares de garotas. No seriado, a atitude independente, idealista e positiva da personagem serviu para influênciar o comportamento de muitas mulheres.
Acontece que Tiffany Fallon não possui em seu histórico conhecido nenhuma doação a caridade, evento beneficente, nem nada que lhe possa valer o título de símbolo de Verdade e Justiça, o que acaba sendo um ultraje compará-la com Lynda Carter.
Sendo assim, isso virou assunto da moda em diversos blogs, sites e fóruns especializados, por toda a internet norte-americana.
A Playboy é uma revista que vive há mais de meio século a custas da imagem érotica sobre as mulheres. E eles sabem trabalhar com os fetiches dos homens como ninguém.
A Playboy pegou pesado, mas o assunto também foi exageradamente tratado pelos fãs.

Mas, a Mulher-Maravilha é um símbolo norte-americano, e os americanos levam muito a sério seus simbolismos de patriotismo e tudo mais.
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