Connor Hawke, jovem filho do Arqueiro Verde, estréia sua minissérie.
Connor Hawke foi convidado para um torneio com os melhores arqueiros do mundo, que será realizada na China. Connor é um jovem que procura provar seus valores a si mesmo, e por isso aceita o desafio.
Sangue de Dragão: Parte Um
Roteiro: Chuck Dixon
Arte: Derec Donovan
Cores: Guy Major
Editor: Michael Wright
Nesta primeira história é feita uma introdução do que está por vir. Connor acorda de um sonho com seu pai, Olliver Queen, onde o pai diz a ele que no máximo ele é o segundo melhor arqueiro. Esse é um grande conflito interno dentro de Connor, estar sempre abaixo de seu pai. No monastério onde está recluso, ele e Eddie recebem a visita de Edison Hoon, representando as Indústrias Zhao. Zhao é o homem mais rico de Xangai e está preparando um grande desafio de arqueiros, tudo em homenagem a uma antiga lenda chinesa, em que os homens se uniram contra um dragão. Um guerreiro fortíssimo, empunhava uma espada que precisaria de dois homens para erguê-la, e com todas as suas forças acertou um golpe que apenas cortou uma escama na barriga da fera. Esse golpe deixou o dragão furioso, esmagando-o. Um jovem arqueiro, aguardou o momento e acertou uma flecha,feita da mais pura magia branca, na ferida do Dragão. O Dragão caiu morto, de sua queda nasceram os continentos conhecidos e surgiram as ondas no Oceano.
Em seguida, eles vão rumo a China.
Vão sendo apresentados outros importantes competidores e sendo feitas suas caracterizações. Libby Lindstrom. Macaco do Bambu. Tony Crowfoot. Shado.
Essa primeira história serve só como introdução, apresentar os personagens e o pano de fundo da história.
Nota: 7
Sangue de Dragão: Parte 2
Roteiro: Chuck Dixon
Arte: Derec Donovan
Cores: Guy Major
Editor: Michael Wright
Na segunda história começa a apresentação e as primeiras competições do torneio.
Connor vê Shado, que foi parceira de seu pai na época em que virou um assassino e matou várias pessoas. Shado revela que Connor corre perigo, e então são atacados. Shado leva uma flechada e vai parar no hospital.
Nessa história começa a aparecer a ação. E tem várias cenas interessantes, Libby tentando se aproximar de Connor, e este, um cara que passou a vida inteira num monastério, não percebendo essas coisas. O velinho Honduro Kishu derrotando o segurança de Peng Li, bem ao estilo Sr. Myagi… Bacana…
Nota: 8
Roteiro: Chuck Dixon
Arte: Derec Donovan
Cores: Guy Major
Editor: Michael Wright
E a ação vai acelerando…
Durante uma sessão de treinos, Honduro Kishu diz a Conner que há uma força maligna nessa competição. Depois de jantar com Libby, Conner retorna ao seu quarto e encontra Shado esperando-o. Ela diz a ele que existem pessoas querendo atrapalhar a competição. Subitamente, aparece Libby, morta por um arqueiro. Conner reconhece a flecha, de Crowfoot. Entretando, Crowfoot afirma que algumas de suas flechas foram roubadas. Connnor deduz que deve ser o Macaco do Bambu, o responsável, que diz que não é ele, e afirma saber quem é o responsável. Segundos antes de poder dizer qualquer palavra, ele é atacado por várias flechas. Conner e Crowfoot estão sendo atacados, e então chega Shado para salválo, porém, em seguida, centenas de arqueiros os cercam.
Depois de uma primeira história bem lenta, essa mini-série vem se mostrando maravilhosa. Entremeada pelo humor de Eddie Fryers, o mistério de Shado e Kishu, e muita ação. Dixon, vai direto ao ponto. Fantástico. Vamos ver como termina a história.
Nota: 9



Digam o que vocês acharam? Eu gostei da mini, quero ver como termina… É legal uma história com o Connor, todo aquele sentimento de ser inferior ao pai…
Sei não… Eu achava que seria uma bosta, mas parece que não é tão ruim assim. Mas mesmo assim não me despertou a vontade de comprar essa revista
Muito legal o seu Blog Hiroshi, coloquei aqui nos favoritos do meu browser
Valeu pelo comentário/visita lá no meu.
[]´s
Tava pensando aqui. O top 10 do carnaval dos quadrinhos poderia ser um top 5. Por que o legal seria comentar as escolhas e comentar 10 escolhas ficaria cansativo, tanto pra quem escreve quando pra quem lê. Então, por que não diminuimos para top 5? Só uma sugestão