by hiroshi

Dia Nacional dos Quadrinhos

January 30, 2010 in Quadrinhos by hiroshi

Dia 30 de Janeiro é dia Nacional dos Quadrinhos. Qual a história das histórias em quadrinhos nacionais?

Os quadrinhos no Brasil possuem uma longa história, começando no século XIX, com o pioneirismo de Angelo Agostini, italiano radicado no Brasil.
Agostini introduziu desenhos com sátiras políticas e sociais (charges) nos jornais brasileiros. Entre seus persongens estavam Zé Caipora e Nhô-Quin.

Muitos estudiosos, como o jornalista e pesquisador Athos Eichler Cardoso, querem o crédito pela invenção do gênero dos quadrinhos ao cartunista italiano Angelo Agostini, que, radicado no Brasil, escreveu, em 1869, anos antes de Yellow Kid, as Aventuras de Nhô Quin, uma autêntica história em quadrinhos. Anos depois, ele seria responsável pela criação das Aventuras de Zé Caipora, primeiros quadrinhos brasileiros de longa duração.

Em 1905, surgia a revista “O Tico Tico”, considerada a primeira revista em quadrinhos do Brasil.
A partir da década de 30, houve uma retomada dos quadrinhos nacionais, com os artistas brasileiros trabalhando sobre influência estrangeira, como a produção de tiras diárias de super-heróis e terror.
Em 1939 foi lançada a revista o Gibi, que viraria sinônimo de quadrinhos no Brasil.

Continuando com a tradição dos cartus e charges, se destacaria Belmonte, criador do Juca Pato. Em 1942, surge o Amigo da Onça, célebre personagem que aparecia na revista jornalística O Cruzeiro, inspirado nessa célebre anedota:

Amigo da onça

Dois caçadores conversam em seu acampamento:
— O que você faria se estivesse agora na selva e uma onça aparecesse na sua frente?
— Ora, dava um tiro nela.
— Mas se você não tivesse nenhuma arma de fogo?
— Bom, então eu matava ela com meu facão.
— E se você estivesse sem o facão?
— Apanhava um pedaço de pau.
— E se não tivesse nenhum pedaço de pau?
— Subiria na árvore mais próxima!
— E se não tivesse nenhuma árvore?
— Sairia correndo.
— E se você estivesse paralisado pelo medo?
Então, o outro, já irritado, retruca:
— Mas, afinal, você é meu amigo ou amigo da onça?

No início dos anos 50, devido a resistência dos editores, os quadrinistas brasileiros não conseguiam trabalhar com personagens próprios. Álvaro de Moya produziu capas do Pato Donald para a editora Abril. Gutemberg Monteiro, foi trabalhar no mercado americano, obtendo muito sucesso com os quadrinhos de Tom & Jerry.

A EBAL, empenhada em demonstrar o potencial educacional dos quadrinhos (que nessa época estavam sob críticas moralistas, principalmente nos Estados Unidos), contratou alguns artistas para desenhar matéria cultural, como adaptação de livros e de episódios da história do Brasil. No gênero do faroeste apareceu a revista do Jerônimo, publicada pela RGE em 1957, desenhada por Edmundo Rodrigues baseada em uma novela de rádio.
Nos anos 1950 surgiram também os primeiros trabalhos independentes de Carlos Zéfiro, mestre do quadrinho erótico.

Também na década de 50, com a popularização das rádio-novelas, os personagens mais heróicos, como Jerônimo e O Vingador, ganharam versões em quadrinhos.
Os anos 50 marcaram a ascensão do gênero do Terror. O mercado brasileiro começou com traduções americanas, mas com a implantação do Comics Code Auhority nos EUA, essas diminuíram. Muitos autores aproveitaram essa lacuna, como Eugênio COlonnese, Jayme Cortez e Nico Rosso.

Em 1960, começa a ser publicado O Pererê, com texto e ilustrações de Ziraldo. O personagem principal era um saci e muitas vezes suas histórias tinham um fundo ecológico ou educacional. Em 60, Henfil dá início à tradição do formato “tira” com os personagens Graúna e Os Fradinhos.

Turma da Mônica
Foi no formato de tira que estrearam os personagens de Maurício de Sousa, criador da Turma da Mônica no fim de 1959. Só mais tarde, em 1970, suas histórias passaram a ser publicadas em revistas: primeiro pela Editora Abril, depois em (1987) pela Editora Globo e a partir de 2007 pela Editora Panini, recentemente foi lançado Turma da Mônica Jovem versão adolescente da Turma em estilo mangá.
Nos anos 60, o golpe militar bateu de frente com os quadrinhos, em compensação inspirou publicações cheias de charges, como o Pasquim que, embora perseguido pela censura, criticavam a ditadura.

A revista Balão, publicada por alunos da USP, e durando apenas 10 números, revelou autores consagrados até hoje. Nomes como Angeli, Glauco e Laerte, que estabeleceriam os quadrinhos underground dos anos 80, desenhando para a Editora Circo em revistas como Circo e Chiclete com Banana. Juntos produziam as histórias de Los Três Amigos (sátira western com temáticas brasileiras) e separados renderam personagens como Rê Bordosa, Geraldão e Overman. Mais tarde juntou-se a “Los Três Amigos” o gaúcho Adão Iturrusgarai.

Nessa época, os grandes jornais brasileiros passam a inserir trabalhos de autores nacionais em suas tirinhas. Destacam-se Miguel Paiva (Radical Chic), Glauco (Geraldão), Laerte (Piratas do Tietê), Angeli (Chiclete com Banan), Fernando Gonsales (Níquel Náusea) e Luís Fernando Veríssimo (As Cobras).

Níquel Nausea

Fontes: Wikipédia
Legal

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Batman: A Piada Mortal

January 29, 2010 in Quadrinhos by hiroshi

Batman: A Piada Mortal (The Killing Joke, no original) é uma das mais influentes graphic novel, escrita por Alan Moore e desenhada por Brian Bolland, publicada pela DC Comics em 1988. A história afeta diretamente a continuidade da série do Batman por mostrar Bárbara Gordon sendo ferida pelo Coringa e ficando paraplégica.
Um evento que culminou na adoção da identidade de Oráculo, uma fonte de informação vital para o Batman e outros heróis.
Essa recolorização, os flashbacks com tons desbotados, mas uma forte referência ao vermelho, é uma citação ao Capuz Vermelho, o bandido antes de mergulhar em produtos químicos e tornar-se Coringa.

Batman: A Piada Mortal

Batman: A Piada Mortal

Em 2008, a DC reeditou a história numa edição de luxo. Essa edição tinha nova colorização por Brian Bolland, ilustrando suas intenções originais para a história, com um estilo mais sóbrio e realista em vez do original intensamente colorido.

Moore foge do estereótipo mocinho-bandido e dá contornos mais específicos ao passado de Coringa, um passado trágico onde a loucura é a saída.

Nessa história a origem do Coringa passa em “flashbacks” enquanto a história vai acontecendo. O plano do Coringa é provar ao Batman que qualquer pessoa pode escolher a loucura como forma de escapar de uma realidade de extremo sofrimento. Basta apenas um dia ruim para ficar louco. O vilão escolhe o comissário Gordon e sua filha para provar isso.
A trama, envolvente, exige uma leitura atenta e uma reflexão profunda sobre o tema exposto.
No final é mostrado que não existe tanta diferença entre o Coringa e o Morcego, ambos vivenciaram acontecimentos trágicos e não tiveram coragem para viver a vida normalmente, passando a se esconder em máscaras para assim sobreviverem perante uma sociedade doentia.

Tão importante quanto o roteiro de Moore para a hq, a arte de Brian Bolland é essencial para o desenrolar da história em quadrinhos. Seu traço detalhista e seu exímio uso de técnicas de luz e sombra, o estilo europeu do artista dão um outro patamar à obra.

Coringa: A piada mortal

Coringa: A piada mortal


A piada mortal: Dois loucos estavam num hospício.
Uma noite, eles decidiram que não queriam mais viver lá e resolveram fugir. Aí foram até a cobertura do hospício e viram, ao lado, o telhado de um outro prédio apontando pra lua, apontando para a liberdade.
Então um dos sujeitos saltou sem problemas pro outro telhado, mas seu amigo se acovardou, ele tinha medo de cair.
Aí o primeiro teve uma idéia. “Estou com minha lanterna, vou acendê-la sobre o vão dos prédios e você atravessa pelo facho de luz”. Mas o outro sacudiu a cabeça e disse:” O quê? Você está louco?!” ” E se você apagar a luz enquanto eu estiver no meio do caminho?”

Além da história principal, duas histórias são acrescidas na edição de luxo, uma é “Um sujeito inocente”, escrita e desenhada por Brian Bolland e publicada pela primeira vez em Batman: Black and White 4.
Perguntado sobre a história Bolland disse que é o melhor trabalho que ele já fez.
Essa história mostra um sujeito comum, que quer matar o Batman simplesmente para fazer algo divertido e marcante em sua vida. Homens não podem ser etiquetados como “BONS” ou “RUINS” e todos andam sobre uma corda bamba e podem a qualquer momento cair para qualquer um dos dois lados.

E por fim, a primeira aparição do Coringa, na história, o Palhaço do Crime lança um desafio a polícia, avisando que vai matar e roubar grandes figurões da cidade. E realmente o faz, chamando a atenção da dupla dinâmica. Naquela época, os vilões do Batman eram usadas apenas em uma única aparição, mas o vilão fez tanto sucesso que foi reaproveitado e deu no que deu né…?!

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Deadpool para desmascarar a DC

January 26, 2010 in Quadrinhos by hiroshi

A DC está há 3 meses consecutivos na liderança das vendas dos quadrinhos, o que deixou a Marvel tristinha e disposta a desmascarar a concorrente.

O Newsarama publicou que a Marvel está oferecendo aos varejistas uma edição especial de Siege #3, com uma capa rara com o personagem Deadpool em troca de capas das revistas da DC nas lojas.

Deadpool

Deadpool


A DC e a Marvel usam a Diamond para distribuir suas revistas e esta faz um ranking das revistas mais distribuídas, o que não significa que foram vendidas.
A DC fez uma promoção oferecendo anéis coloridos da saga Blackest Night para que as bancas pedissem mais edições do que habitualmente pediam.

A Marvel, então vai trocar as capas arrancadas desse encalhe da DC por uma edição rara de colecionador

Aí macacada… Lembram qe noticiamos há alguns dias que a Marvel ia usar o Deadpool pra vencer a arrancada de vendas da DC e sua saga dos Lanternas Verdes com anéis de brinde?

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10 promessas do futebol 2010

January 12, 2010 in Esportes by hiroshi

Segundo a France Football esses jogadores são 10 promessas para 2010.

Ramires

Ramires


Ramires, Benfica (22 anos)

Marek Hamsik

Marek Hamsik

Marek Hamsik, Nápoles (22 anos)

Davide Santon

Davide Santon

Davide Santon, Inter (19 anos)

Dominic Adiyiah

Dominic Adiyiah


Dominic Adiyiah, AC Milan (20 anos)

Jozy Altidore

Jozy Altidore

Jozy Altidore, Hull City (20 anos)

Eren Derdiyok

Eren Derdiyok

Eren Derdiyok, Bayer Leverkussen (21 anos)

Sotiris Ninis

Sotiris Ninis

Sotiris Ninis, Panathinaikos (19 anos)

Mesut Ozil

Mesut Ozil


Mesut Özil, Werder Bremen (21 anos)

Pedro Rodriguez

Pedro Rodriguez


Pedro Rodríguez, Barcelona (22 anos)
Van der Wiel

Van der Wiel


Van der Wiel, Ajax (21 anos).

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O dia mais claro

January 12, 2010 in Quadrinhos by hiroshi

Brightest Day

Brightest Day

A DC divulgou esta semana um teaser de Brightest Day ( O Dia mais claro, citado no Juramento dos Lanternas Verdes), a próxima saga dos Lanternas Verdes.
A continuação de foco no Lanterna Verde não é coincidência, já que a adaptação do herói dos quadrinhos para o cinema começam em março.

Dan Didio, editor-chefe da DC declarou ao Source (blog da editora) que Brightest Day será uma série quinzenal em 26 edições. Números focando Flash, Titãs e Liga da Justiça já foram confirmados.

Essa saga começa em abril, com a edição 0 desenhada por Fernando Pasarin. O roteiro fica a cargo de Geoff Johns e Peter Tomati.

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O segredo de Darth Vader

January 11, 2010 in Cinema by hiroshi

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Xerxes

January 11, 2010 in Cinema, Quadrinhos by hiroshi

Xerxes

Xerxes


Xerxes é o nome dos próximos quadrinhos de Frank Miller. Narrando a batalha de Maratona, 10 anos antes dos eventos ocorridos em 300.
A história será apresentada primeiramente nos quadrinhos e caso seja um sucesso, será transformada em filme.
A história já está pronta, e Miller está começando a trabalhar nas artes.

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A máquina mais inútil do mundo

January 10, 2010 in Curiosidades by hiroshi

Via: @PedroCardoso

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Top 100 Quadrinhos

January 10, 2010 in Quadrinhos by hiroshi

Os melhores Quadrinhos de todos os tempos.

Watchmen - Fenix Negra

Watchmen - Fenix Negra


Foi divulgado no último final de semana de 2009 uma lista da Comic Book Resources com os 100 melhores quadrinhos de todos os tempos.
Essa lista foi feita através de eleição realizada com os leitores do site americano.
Dentre as primeiras posições, nenhuma surpresa.

Abaixo a lista dos 10 primeiros quadrinhos. O resto pode ser visto no site Comic Book Resources.

1. “Watchmen”, de Alan Moore e Dave Gibbons

2. “A saga da Fênix Negra”, de Chris Claremont, John Byrne e Terry Austin

3. “Born again” (Demolidor), de Frank Miller e David Mazzucchelli

4. “Batman – Ano um”, de Frank Miller e David Mazzucchelli

5. “Batman – O cavaleiro das trevas”, de Frank Miller e Klaus Janson

6. “All star Superman”, de Grant Morrison e Frank Quitely

7. “Crise nas infinitas terras”, de Marv Wolfman, George Perez, Dick Giordano e Jerry Ordway

8. “Sandman – Estação das brumas”, de Neil Gaiman, Kelley Jones, Mike Dringenberg, Malcolm Jones III, Matt Wagner, Dick Giordano, George Pratt e P. Craig Russell

9.”Reino do amanhã”, de Mark Waid e Alex Ross

10. “Maus – A história de um sobrevivente”, de Art Spiegelman

Via: ZineAcesso

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Obama promete não atrapalhar fãs de ‘Lost’

January 10, 2010 in Televisão by hiroshi

Obama

Obama


O porta-voz de Obama declarou que o Presidente dos Estados Unidos não pretende incomodar os fãs de “Lost” com o discurso anual sobre o Estado da União, marcado para o mesmo dia de um episódio essencial da série.
A ABC marcou para o dia 2 de fevereiro um programa especial de três horas de “Lost”, marcando o início da sexta e última temporada da série de J. J. Abrams.

“Não prevemos a situação em que milhões de pessoas que esperam para assistir uma espécie de conclusão de ‘Lost’ sejam impedidas pelo presidente”, disse o porta-voz Robert Gibbs.
O porta-voz respondeu assim à pergutna de uma jornalista sobre uma série de pedidos no Facebook e Twitter, pedindo para que o presidente não faça o discurso no dia do episódio.

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